Instalação na Índia equivale ao tamanho de 60 Taj Mahals e poderá produzir 648 megawatts de eletricidade. Projeto custou US$ 679 milhões
Com a construção da maior usina solar do mundo, a Índia está dando um passo em direção à sua meta de gerar 40% de sua energia usando combustíveis não-fósseis até 2030.
A instalação, localizada no sul do estado indiano de Tamil Nadu, abrange 2.500 hectares, o que equivale ao tamanho de 60 Taj Mahals. O projeto foi financiado pelo Grupo Adani e custou US$ 679 milhões.
A facilidade pode produzir 648 megawatts de eletricidade. A segunda maior fazenda solar do mundo, na Califórnia, produz 550 megawatts.
"Temos um profundo compromisso com a construção da nação, e planejamos produzir 11.000 MW de energia solar nos próximos cinco anos, colocando a Índia no mapa global de energia renovável", disse Guatam Adani, presidente do Grupo Adani.
Em 2022, o país espera alimentar 60 milhões de casas com os raios solares.
O aplicativo Fishbrain ganhou versão em português. Ele conecta pescadores e mostra pontos de pesca via geolocalização
A pescaria com anzol e vara, que poderia ser considerada uma atividade puramente analógica, também caiu na rede digital. O aplicativo Fishbrain, projetado pelo empreendedor sueco Johan Attby em 2013, criou a maior rede social global da categoria, que encerrou 2016 reunindo 3 milhões de pescadores (ou "anglers", em inglês), que trocam informações suas conquistas (são mais de 1,9 milhões de pescarias registradas) usando recursos de geolocalização para encontrar e indicar locais de pesca.
A grande população de pescadores brasileiros chamou a atenção dos criadores do Fishbrain e agora o aplicativo, para Android e iOS, ganhou versão em português especial para o Brasil. Com isso, os usuários brasileiros podem, além de se conectar com outros pescadores, compartilhar experiências e informações sobre suas aventuras, ver as melhores áreas de pesca no momento, via recursos de geolocalização, e checar dados sobre as mais diversas espécies de peixes dos rios brasileiros.
"Tivemos um grande sucesso global e isso nos motivou a buscar atender à alta demanda de um mercado de pesca como o Brasil. A popularidade da pesca esportiva no Brasil, combinada com o modo como os brasileiros adotam as redes sociais, torna o país o lugar perfeito para lançarmos o novo app totalmente localizado e em português”, diz Johan Attby, CEO da Fishbrain. A Fishbrain espera chegar a 50 mil usuários brasileiros após o lançamento e mapear pelo menos 10 mil registros de pescas.
Para ganhar velocidade entre os adeptos da pesca, a empresa fez parceria com uma "embaixadora brasileira". A apresentadora da série de TV "Show de Pesca", Luana Pigatto, vai fornecer orientação e informações sobre pesca esportiva e usar o Fishbrain para localizar os melhores e atrativos pontos de pesca e para se conectar com outros pescadores. A empresa defende a pesca esportiva consciente e ensina as melhores práticas de "catch and release" (pescar e soltar) em seu blog.
"Informações sobre as atividades de pesca no Brasil são dispersas, geralmente desatualizadas, fechadas em grupos restritos de pessoas, compartilhadas boca-a-boca. A rede social Fishbrain resolve esse problema criando uma comunidade dedicada e com compartilhamento de informações em tempo real e disponíveis para qualquer pescador brasileiro pelo aplicativo”, diz Luana Pigatto.
O app da rede social Fishbrain pode ser baixado da App Store ou da Google Play Store e a rede social também pode ser seguida no Facebook, Twitter e Instagram. Mais informações em http://www.fishbrain.com.
Segundo desenvolvedor da tecnologia, robô levou apenas um segundo para escrever matéria de 300 caracteres
Um robô chinês escreveu e publicou a sua primeira reportagem, de acordo com jornais na China.
A notícia vem no mesmo mês que uma companhia de seguros no Japão anunciou que estava substituindo 34 de seus funcionários por um sistema de inteligência artificial.
“Trata-se de um grande alerta”, disse Zeus Kerravala, analista na ZK Research, que acrescentou que é a hora das pessoas repensarem suas carreiras e se um sistema de IA poderia facilmente substituí-las.
“Nós estamos apenas no início de uma era onde robôs estão assumindo empregos”, acrescentou. “Esse é um grande tema no Fórum Econômico Mundial que acontece na Suíça. Mas fato é que já tivemos outras revoluções, como o nascimento de uma linha de montagem”.
As pessoas pensavam que a revolução tomaria os empregos e ela o fez, mas outros empregos foram criados para substituí-los. Então, as habilidades das pessoas precisaram mudar. O mesmo, de acordo com Kerravala, irá acontecer com a revolução robótica.
A matéria do "robô-repórter" foi um artigo de 300 caracteres sobre um festival de primavera local.
Segundo jornais na China, o sistema de IA - desenhado para escrever tanto matérias longas e curtas -, escreveu o artigo em apenas um segundo.
“Quando comparado com a equipe de repórteres, a máquina mostrou uma capacidade de análise de dados mais forte e foi mais rápida ao escrever matérias”, disse Wan Ziaojun, um professor da Peking University que lidera a equipe de desenvolvimento do robô. “Mas não significa que robôs inteligentes irão em breve substituir completamente repórteres”.
A essa altura, robôs não conseguem conduzir entrevistas, rebater argumentos ou selecionar um ângulo em uma reportagem baseado em informações e entrevistas.
Não é a primeira vez que um artigo é escrito de forma automática. Em 2014, um algoritmo chamado Quakebot, desenvolvido por um repórter do Los Angeles Times, escreveu uma matéria sobre um terremoto. No mesmo ano, a Associated Press anunciou que usaria software para automatizar matérias sobre balanços corporativos.
Kerravala ressalta que repórteres devem garantir habilidades de realizar entrevistas, escrever análises e ir além de simplesmente escrever fatos para uma história.
Repórteres e funcionários de seguradoras não são os únicos a correrem risco de perderem seus empregos para robôs e sistemas inteligentes.
Com a robótica e inteligência artificial fazendo grandes ganhos nos últimos anos, há uma crescente expectativa e preocupação de que elas estarão melhor posicionadas para substituir trabalhadores humanos, poupando empresas de pagar salários, benefícios e férias.
Um relatório recente da Forrester Research prevê que robôs e sistemas de IA poderia substituir 6% dos empregos nos Estados Unidos até o ano de 2021.
Sistemas inteligentes, chatbots e robôs humanoides poderiam assumir funções que iriam desde atendentes em hotéis e serviços ao consumidor a motoristas de caminhões e táxis.
Já disponível nos EUA, iniciativa funcionará por meio de parceria com a ONG Correctiv, de Berlim. País terá eleições nacionais neste ano.
O Facebook lançará em breve na Alemanha um pacote de ferramentas para combater a disseminação de notícias falsas, um problema que fez a rede social ser muito criticada nos últimos meses, especialmente por conta das eleições presidenciais dos EUA.
Segundo o Financial Times, o Facebook começará já nas próximas semanas a checar fatos e marcar com alertas as notícias falsas compartilhadas em sua plataforma na Alemanha, onde legisladores e políticos já mostraram preocupação com o problema.
Coincidência ou não, a Alemanha terá eleições nacionais no final deste ano. Por isso, nada mais interessante para a rede social do que evitar ser alvo de críticas como foi nos EUA no fim de 2016, quando o republicano Donald Trump derrotou a democrata Hillary Clinton, mesmo tendo recebido 2 milhões de votos a menos do que a sua rival.
Já disponível nos EUA, essa iniciativa do Facebook contra notícias falsas funcionará em parceria com a organização sem fins lucrativos de notícias Correctiv, sediada em Berlim.
Caso uma notícia seja determinada como falsa, o usuário será alertado sobre isso pela rede social antes de compartilhá-la. Vale notar ainda que a notícia ficará marcada como “contestada” no Facebook, além de trazer um etiqueta com uma justificativa. Por fim, esses posts aparecerão mais embaixo no Feed de Notícias do site de Mark Zuckerberg.
Chamado de Compute Module 3, novo gadget custa entre US$25 e US$30, mas deve vender menos do que a Raspberry Pi 3, segundo a fabricante.
A nova placa computacional da Raspberry Pi é menor e mais barata do que a antecessora, mas a fabricante não espera ver a mesma corrida de consumidores dos modelos anteriores.
Isso porque o produto não é voltado para uso em casa ou na escola, mas para aplicações industriais. Para utilizá-lo, os compradores precisarão primeiro desenvolver um produto com um slot na placa de circuito para acomodar a nova placa da Raspberry e isso, segundo o criador do produto, Eben Upton, vai levar tempo.
A nova Compute Module 3 (entre 25 e 30 dólares) traz o mesmo processador quad-core de 64-bit Broadcom BCM2837 e 1GB de RAM da Raspberry Pi 3, mas possui menos da metade do tamanho da sua antecessora e não traz conectividade Ethernet, USB, SD Card - nem Wi-Fi.
Os sinais para esses conectores ausentes aparecem todos em um conector na ponta que se encaixa em um socket SODIMM, normalmente usado para upgrades de memória em laptops, permitindo que desenvolvedores de produtos industriais escolham quais entradas querem expor nos seus produtos, e quais funções querem embutir nelas.
Isso significa que elas podem ser incorporadas de diferentes maneiras em robôs, máquinas industriais e outros aparelhos.
“Já vimos alguns designs interessantes para ela. Provavelmente as telas grandes da NEC são as que nos deixaram mais animados; elas possuem a opção de colocar uma Compute Module na parte de dentro para adicionar inteligência a uma tela que antes era passiva”, explica Upton.
A Compute Module 3 é entre 10 e 12 vezes mais poderosa do que sua antecessora - mas com desempenho no ápice, ela “suga” muito mais energia.
“Esperamos que uma grande parte do nosso negócio Compute Module migre para a Compute Module 3”, afirma o executivo, que espera também que isso se traduza nas vendas de centenas de milhares de módulos no primeiro ano, muito menos do que os milhões de Raspberry Pi 3 comercializadas no primeiro ano.










