Uma das coisas mais importantes que os EUA podem fazer para melhorar o crescimento econômico é investir em Inteligência Artificial (IA), afirmou a Casa Branca, em um novo relatório. Mas também há um lado negro nesta avaliação.
Sistemas inteligentes impulsionados pela Inteligência Artificial possuem potencial para substituir milhões em seus empregos, como caminhoneiros. Mas os potenciais negativos podem ser recompensados por investimentos em educação assim como assegurar de que exista uma rede de segurança para ajudar as pessoas afetadas, apontou a Casa Branca, no que provavelmente será o último relatório da administração Obama sobre políticas de tecnologia.
Algumas das recomendações do relatório, que incluem uma maior ajuda ao desemprego e acesso a serviços de saúde, podem ser uma maldição para um Congresso controlado por Republicanos com um foco em redução de impostos e cortes de gastos.
Mas o relatório, intitulado "Artificial Intelligence, Automation, and the Economy", que estava sendo desenvolvido bem antes do dia da eleição, também descreve mudanças mais amplas impulsionadas pela tecnologia que impactarão empregos e podem trazer problemas para o novo presidente dos EUA, Donald Trump.
A “maior preocupação” sobre a IA “é que não teremos o bastante dela - e não teremos crescimento de produtividade suficiente”, afirmou o diretor do White House Council of Economic Advisers, Jason Furman. “Qualquer coisa que pudermos fazer para ter mais IA vai contribuir para um maior crescimento de produtividade e ajudará a aumentar o crescimento de renda e salários.”
O relatório aponta que “avanços em tecnologia IA trazem um potencial incrível de ajudar os EUA a continuarem à frente em termos de inovação” e que o governo “possui um papel importante para desempenhar no avanço da IA ao investir em pesquisa e desenvolvimento”.
Furman antes coloca os investimentos do governo dos EUA em IA em torno de 200 milhões de dólares por ano, mas os investimentos privados em 2,4 bilhões de dólares por ano.
Mas se você ler o relatório de forma mais profunda, a sociedade futura que ele descreve pode ser um pouco hostil e desesperada. Será uma sociedade em que as máquinas inteligentes avançam na ocupação e os benefícios econômicos vão para aqueles com mais habilidades - os “poucos afortunados”, e os donos do capital, ou os 0,01% mais ricos. Neste cenário, a desigualdade cresce.
Evitar um futuro sombrio como esse exigirá investimentos, especialmente em educação, aponta Furman. Em mudanças econômicas anteriores relacionadas à manufatura, “estávamos realmente fazendo um grande investimento para ter certeza que as pessoas poderiam aproveitar os novos tipos de empregos”.
No entanto, o crescimento da produtividade desacelerou nos últimos anos, apesar da revolução da tecnologia. A taxa de crescimento de produtividade era de 2,5% após 1995, mas caiu para 1% depois de 2005, aponta o documento.
Para Furman, essa desaceleração na produtividade foi causada, em parte, por um declínio nos gastos com educação.
“Não aumentamos os nossos investimentos em educação como fizemos nas décadas de 1930, 1940 e 1950”, aponta. Essa é uma das razões pelas quais “temos visto um aumento da desigualdade nas últimas duas décadas”.
Em entrevista, ministro da Fazenda disse que diminuição de 30 para 2 dias no prazo de pagamento das emissoras de cartão aos lojistas depende apenas do CMN.
E a novela continua. O governo afirmou nesta quarta-feira, 20/12, que não vai recuar em relação às mudanças no prazo do pagamento das administradoras para os lojistas, segundo entrevista do, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. De acordo com a Agência Brasil, Meirelles afirmou durante café da manhã com jornalistas que nada mudou no cronograma anunciado na última semana pelo governo.
O ministro afirmou que a diminuição de 30 para 2 dias no prazo de pagamento das emissoras de cartão de crédito, como os bancos e a fintech Nubank, para os lojistas está de pé e depende apenas de uma resolução do do Conselho Monetário Nacional (CMN) para ser fixada
Meirelles ainda disse que o governo espera que os bancos baixem os juros de forma voluntária nos próximos 30 dias. Caso isso não aconteça, o prazo será alterado pela equipe econômica em uma reunião em janeiro.
“O cronograma continua rigorosamente. As medidas serão tomadas de uma forma ou de outra. O importante é que o custo para o consumidor seja menor. Existe um instrumento do CMN para encurtar o prazo [de pagamento ao lojista]. Os bancos definem os juros. Vamos observar a queda. Se não houver queda, diminuímos o prazo”, afirmou.
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Por fim, Meirelles afirmou que não acredita que as emissoras de cartão de crédito aumentarão seus juros em uma possível represália a uma eventual diminuição do prazo sem acordo com os bancos.
Nubank
Após ameaçar sair do mercado caso o governo baixasse o prazo de pagamento de 30 dias para 2 dias de forma drástica, o Nubank publicou um comunicado nesta terça-feira, 20/12, dizendo que continua e que veio para ficar.
Depois, a startup brasileira fez questão de deixar claro que podem ocorrer pequenas mudanças dependendo do que for definido pelo Banco Central. “Apesar de só podermos afirmar se será necessário algum ajuste no nosso modelo de negócios depois da definição de como as mudanças serão implementadas, estamos comprometidos a navegar as mudanças e trabalhar com o Banco Central para garantir que vocês e cada vez mais brasileiros possam se beneficiar de uma experiência 100% digital, eficiente e humana.”
Aplicativo recebeu mais de 25 mil reclamações nos últimos 12 meses, bem mais do que as 1.360 registradas em 2015
As reclamações contra o Uber no Brasil dispararam em 2016, quando a empresa expandiu sua atuação de forma considerável no país, onde está disponível em quase 40 cidades atualmente.
Segundo o site especializado em defesa ao consumidor Reclame Aqui, o aplicativo de transporte privado recebeu 20.601 reclamações apenas nos últimos seis meses, enquanto que nos últimos 12 meses foram um total de 25.675 reclamações. Para efeito de comparação, em todo o ano de 2015 foram apenas 1.360 reclamações.
Uma possível explicação para esse crescimento gigantesco nas reclamações é sim a expansão considerável do Uber pelo Brasil. Entre janeiro e dezembro deste ano, por exemplo, a empresa ampliou sua atuação de 5 para 39 cidades do país. E não é apenas isso, o número de usuários ativos do Uber no país cresceu significativamente entre outubro de 2015 e outubro de 2016, quando subiu de 500 mil para 4 milhões.
Coincidência ou não, cresceram no período as reclamações sobre a queda de qualidade do serviço do Uber, que era justamente um dos diferenciais da empresa, que também viu seu número de concorrentes disparar no Brasil com a chegada do Cabify e a entrada de apps táxi como 99 e Easy no segmento de transporte privado em carros particulares.
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Além disso, o Uber tomou uma medida polêmica em outubro deste ano ao começar a esconder o preço dinâmico, o que pode fazer com que muita gente pague mais pela corrida sem saber exatamente quanto a mais está pagando. A política do aplicativo de aumentar os valores das corridas quando a demanda é maior que o número de carros disponíveis no momento do pedido incluía antes um alerta avisando do indexador do aumento ( por exemplo, 1x, 1,2x, 3x) . Agora, o aplicativo passa a exibir o preço pré-definido da corrida, já calculado e acrescido do aumento variável, alertando apenas que “As tarifas estão mais caras por conta da demanda maior” antes que o usuário confirme ou não o pedido. Ou seja, você saber que vai pagar a mais, mas não o quanto a mais.
Principais reclamações
Não por acaso, as categorias “Cobrança Abusiva” (1869 reclamações), “Valor Abusivo” (1348 reclamações), “Estorno do Valor Pago” (1786 reclamações) estão entre as líderes de reclamações contra o Uber no Reclame Aqui.
Até o fechamento da reportagem, o Uber não tinha respondido ao nosso pedido de comentário sobre o assunto.
Empresa finlandesa entrou com processos contra a fabricante do iPhone na Alemanha e nos EUA. Tecnologias em disputa incluem codec de vídeo H.264.
A Nokia entrou com processos contra a Apple na Alemanha e nos EUA, alegando que a empresa de Cupertino violou 32 das suas patentes, incluindo o codec de vídeo amplamente usado H.264.
As ações de violação de patentes, feitas juntos aos tribunais de Dusseldorf e Munique, na Alemanha, e a corte do Texas, cobrem patentes relacionadas a telas, interfaces de usuários, softwares, antenas, chipsets e codificação de vídeo, afirmou a Nokia nesta semana.
A Nokia está planejando entrar com mais processos em outras jurisdições, revelou a companhia em um comunicado.
As oito patentes cobertas no processo do Texas estão relacionadas ao padrão de vídeo H.264 aprovado pela União Internacional de Telecomunicações, aponta a ação da Nokia. Um segundo processo no Texas sobre uma variedade de outras tecnologias.
Os produtos da Apple que usam o codec de vídeo H.264 incluem iPhone, iPad, iPod, Apple Watch, Macs e Apple TV, de acordo com a Nokia.
“Apesar de todas as vantagens que foram aproveitadas pela Apple, a Apple sempre se negou a fazer um acordo com a Nokia para licenciar as patentes do H.264 em termos razoáveis”, afirmaram os advogados da Nokia. “Dezenas de empresas licenciaram as patentes da Nokia para usar em seus produtos...No entanto, a Apple se recusa a pagar à Nokia as taxas estabelecidas de royalties.”
Até o fechamento da reportagem, a Apple não tinha respondido a um pedido de comentário sobre o assunto para a PC World dos EUA.
Segundo levantamento de empresa americana, canal brasileiro de humor superou gigantes da plataforma do Google como o gamer sueco PewDiePie e Roman Atwood.
O Porta dos Fundos superou os gamers que dominam o YouTube e foi apontado como o canal mais influente da plataforma do Google em 2016 pela empresa americana de análises Zefr.
Com mais de 12 milhões de inscritos e incríveis 2,9 bilhões de visualizações neste ano, o canal de comédia de Fabio Porchat, Antonio Tabet, Gregorio Duvivier e companhia conseguiu desbancar algumas das maiores estrelas do YouTube, como PewDiePie e Roman Atwood.
Em segundo lugar, atrás do Porta dos Fundos, aparece o canal de games Jacksepticeye, que possui 13,6 milhões de inscritos e alcançou 1,9 bilhão de visualizações em 2016.
Logo em seguida, em terceiro, temos outro canal de games, o canadense VanossGaming, que possui 19,4 milhões de assinantes e registrou 1,6 bilhão de engajamentos nesta temporada.
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Canal mais rentável do YouTube em 2016, segundo a Forbes, o sueco PewDiePie registrou neste ano 1,6 bilhão de visualizações. Com mais de 50 milhões de inscritos, o gamer sueco teve rendimentos na casa dos 15 milhões de dólares nos últimos 12 meses.
Fechando o top 5 temos o comediante Roman Atwood, que registrou 1,4 bilhão de engajamentos e foi o segundo canal mais rentável no YouTube, com rendimentos estimados em 8 milhões de dólares.










