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Red Hat e IBM criticam projeto de modularização do Java 9

Para VP do grupo JBoss da Red Hat, modularização do Java SE 9 Standard Edition contradiz anos de práticas recomendadas para implantação de aplicativos modulares

A modularização — divisão de software em partes distintas — será o recurso-chave do Java SE 9 (Standard Edition), que está programado para o fim de julho. Mas a IBM e Red Hat se dizem preocupadas com a possibilidade de que o plano do

módulo base possa levar a incompatibilidades com aplicações e sistemas corporativos desenvolvidos em Java.

Em um boletim recente, Scott Stark, vice-presidente de arquitetura para o grupo JBoss da Red Hat, levantou preocupações que a empresa e outros membros do comitê executivo do Java têm em relação ao desenvolvimento do JSR 376 (Java

Specification Request) referente ao Java Platform Module System, chamado de Projeto Jigsaw.

Em um boletim recente, Scott Stark, vice-presidente de arquitetura para o grupo JBoss da Red Hat, levantou preocupações que a empresa e outros membros do comitê executivo do Java têm em relação ao desenvolvimento do JSR 376 (Java

Specification Request) referente ao Java Platform Module System, chamado de Projeto Jigsaw.

"O Jigsaw é o projeto de desenvolvimento de um novo sistema de módulos que tem trabalhado com sucesso para modularização do Java em si, mas ainda não testado amplamente em implantações de produção de aplicações reais em cima de Java

Virtual Machine (JVM) [programa que carrega e executa os aplicativos Java]", disse Stark. "Há casos de implantação de aplicativos que não são possíveis sob Jigsaw ou exigiriam uma significativa rearquitetura."

A expectativa é que o JSR 376 forneça uma base para o Java Enterprise Edition 9 até o fim de 2018. Mas Stark tem suas dúvidas. "As limitações do Jigsaw quase certamente impedem a possibilidade de termos o Java EE 9 baseado no Java

Platform Module System, como para fazê-lo exigiria que os fornecedores de Java EE eliminassem completamente a compatibilidade, interoperabilidade e paridade de recursos com versões anteriores da especificação Java EE."

O VP do grupo JBoss disse ainda que em alguns casos, a implementação do Jigsaw contradiz anos de práticas recomendadas para implantação de aplicativos modulares.

Os principais pontos do Jigsaw são baseados em uma abordagem reducionista de transmitir a compatibilidade de concepção, disse Stark. "Isto funciona com a modularização do Java em si, mas torna-se restritivo para os casos de uso mais

amplos de implantações de aplicativos."

O Java Modular, que será entregue com o Java Development Kit 9 (JDK), em 27 de julho, promete ajudar a melhorar a escalada do Java em sistemas menores. O sistema de módulos em foi baseado no JSR 376. "Aplicando as filosofias que façam

sentido para modularização e encapsulamento da plataforma Java, a especificação realmente reduz a capacidade dos desenvolvedores de aplicativos se adaptarem facilmente a implementação específica de um sistema de módulos", disse Stark.

Stark argumenta que a implementação do Jigsaw exigirá milhões de autores e usuários do ecossistema Java para superar os grandes desafios para seus aplicativos e bibliotecas, especialmente se eles lidam com serviços, carregamento de

classe ou reflexão. O plano resultará em uma arquitetura nova, não testada e comprovada, para a implantação de aplicativos de forma modular. Poderá haver dois mundos Java de desenvolvimento de software: uma para Jigsaw e outro para todo

o restante, cobrindo o Java SE Classloaders, OSGi e o Java EE e muito mais, diz ele.

Padrões introduzidos dentro Jigsaw podem ser difíceis de corrigir, mesmo em uma versão posterior, por criar problemas de compatibilidade com versões anteriores e mais recentes, disse Stark. "O resultado será um ecossistema Java cada vez

mais enfraquecido no espaço de servidor com o aumento da utilização de linguagens como Go."

Em sua crítica de aproximadamente 9,5 mil palavras ao Jigsaw, Stark também levanta questões envolvendo o serviço de carregamento, incluindo personalização e extensibilidade. O Jigsaw altera substancialmente o comportamento do

ServiceLoader API e pode afetar a compatibilidade, disse ele. Stark também mencionou a estabilidade como um problema, já que o Jigsaw não especifica a ordem em que os serviços são retornados dentro de uma camada.

Tim Ellison, da IBM, em um post em uma lista de mailing do openjdk, feito na semana passada, disse que as preocupações de Stark demonstram que "ainda há muito trabalho para que a comunidade chegue a um acordo sobre o padrão proposto". A

IBM vai votar não no JSR 376, disse ele.

Devido à sua complexidade, modularidade já foi adiada no Java SE 8, lançado em março de 2014, a Java SE 9, adiado devido a essa mesma complexidade.

(Fonte: InfoWorld / EUA) - 03/05/2017
Twitter ganha apenas 9 milhões de usuários no 1º trimestre

Empresa registrou receita de US$548 milhões no período, uma queda de 8% na comparação ano a ano.

O Twitter adicionou 9 milhões de usuários no primeiro trimestre de 2017, seu maior ganho trimestral nos últimos dois anos. Com isso, a plataforma social de microblogging alcança um total de 328 milhões de usuários, bem longe de outras

redes, como Facebook e Instagram, por exemplo.

Para efeito de comparação, o Instagram ganhou 100 milhões de usuários nos últimos quatro meses, alcançando a marca de 700 milhões de usuários.

O Twitter não revela quantas pessoas usam a plataforma diariamente, mas afirma que seu uso diário cresceu 14% na comparação ano a ano.

Após transmitir cerca de 800 horas de vídeos em tempo real no primeiro trimestre, o Twitter planeja aumentar suas atividades nesta área, conforme parceria revelada nesta terça-feira, 2/5, pela qual a plataforma irá transmitir conteúdos

de sites como Bloomberg, BuzzFeed e The Verge.

Em termos financeiros, o Twitter registrou uma receita de 548 milhões de dólares no trimestre, resultado 8% menor do que no mesmo período do ano passado. Deste total, 474 milhões de dólares vieram da área de publicidade da empresa.

(Fonte: CIO / EUA) - 03/05/2017
Microsoft agora oferece recursos do Outlook para usuários do Gmail

No entanto, ferramentas só podem ser acessadas por meio do aplicativo Mail and Calendar, do Windows 10.

Em breve, contas do Gmail não serão tratados como se fossem de segunda classe no Windows 10. A Microsoft anunciou no final de semana que alguns dos principais recursos do Outlook.com e outros e-mails hospedados pela empresa chegarão às

contas do Gmail.

As mudanças estarão disponíveis por meio do aplicativo Mail and Calendar, do Windows 10, o que significa que os usuários do Gmail não as verão fora de um aparelho Windows 10. Os novos recursos incluem Focused Inbox, e rastreamento de

viagem e pacotes. A Microsoft também disse que vai estender “busca melhor e mais rápido” para o Gmail pelo app Mail.

Os novos recursos serão liberados nas próximas semanas para os membros do programa de testes Windows Insider. A Microsoft não revelou uma linha do tempo para quando os usuários finais recebeão as novidades.

Alguns usuários podem afirmar que o Inbox, do Gmail, já oferece uma habilidade parecida de filtro. No entanto, o Inbox usa uma interface muito diferente do Gmail, enquanto que a Focused Inbox é apenas uma versão filtrada da sua caixa de

entrada padrão, facilitando a adaptação ao recurso.

A Microsoft disse que os usuários precisarão autorizar a empresa a sincronizar seus e-mails, calendários e contatos para a nuvem da Microsoft para usar os novos recursos. Parece que a Microsoft vai perguntar aos usuários pelo menos duas

vezes se eles querem usar os novos recursos.
“Você saberá que a nova experiência está disponível para a sua conta quando receber um pedido para atualizar as suas configurações de conta do Gmail. Caso você perca o primeiro pedido, iremos te lembrar novamente algumas semanas depois”,

afirmou a Microsoft em um post no seu blog sobre o assunto.

(Fonte: PC World / EUA) - 25/04/2017
Google altera algoritmos de busca contra fake news e conteúdo ofensivo

Entre as medidas adotadas, a gigante realizou mudanças no seu ranqueamento de buscas, nas ferramentas de feedback e também em práticas de transparência.

O Google anunciou nesta terça-feira, 25/4, mudanças no seu algoritmo de buscas em um esforço para combater as notícias falsas

(também chamadas de fake news) e resultados de conteúdos considerados ofensivos.

Em um post no seu blog, a empresa de Mountain View destaca que percebeu que aproximadamente 0,25% do total de pesquisas feitas diariamente na sua ferramenta retornavam “conteúdo ofensivo ou claramente enganoso”.

“Para ajudar a prevenir que conteúdos desse tipo se espalhem, melhoramos nossos métodos de avaliação e atualizamos nosso algoritmo para trazer conteúdos mais confiáveis”, explica o Google no mesmo post em seu blog.

Entre as medidas adotadas, a gigante realizou mudanças no seu ranqueamento de buscas, nas ferramentas de feedback e também em práticas de transparência.

Novas diretrizes e ranqueamento

Para isso, o Google atualizou as diretrizes para classificar a qualidade do conteúdo mostrado nos resultados a partir do trabalho dos seus avaliadores. Com isso, a empresa trouxe exemplos mais detalhados de páginas com informações de má

qualidade para ajudar os seus algoritmos a rebaixarem esses conteúdos.

Após ser alvo de críticas em dezembro por exibir páginas de grupos de supremacia branca entre os primeiros resultados para pesquisas sobre o Holocausto, o

Google diz que agora há menos chances de resultados desse tipo aparecerem. Pensando nisso, a empresa disse ter ajustado seus indicadores para ajudar sua plataforma a trazer páginas mais confiáveis, além de rebaixar conteúdos de má

qualidade, como falado acima.

Feedback melhorado

Outra medida tomada pelo Google é a introdução de um novo mecanismo de feedback para que os seus usuários possam informar quando se encontrarem com caixas com trechos de resultados de buscas ou sugestões de autocomplete imprecisos. A

partir de agora, os usuários poderão informar a gigante sobre esses problemas diretamente pela página de resultados de buscas.

(Fonte: Da Redação) - 25/04/2017
Facebook possui 31 vagas abertas no Brasil, incluindo Country Manager

Maior rede social do mundo está com dezenas de cargos abertos para seu escritório em SP. Lista inclui posições de chefia no Instagram.

Interessado em trabalhar no Facebook? Pois bem, a rede social está com 31 vagas de trabalho abertas para o seu escritório em São Paulo.

A lista inclui diversos cargos, incluindo recrutador, analista de comunicação de dados, gerente de soluções para clientes (TI e telco), entre muitos outros.

Merece destaque a vaga para Country Manager (Diretor Geral) do Facebook no Brasil, ocupada até recentemente por Marcos Angelini, que saiu da empresa no início de 2017.

Outros cargos de chefia para os quais o Facebook busca profissionais em SP incluem duas vagas para diretor de parcerias para o Instagram, uma voltada para o mercado do Brasil e outra para a América Latina.

Clique aqui para visualizar todas as vagas e saber como se inscrever para trabalhar na maior rede social do mundo.


(Fonte: Da Redação) - 17/04/2017
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O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.