Assembleia extraordinária vai definir a participação dos profissionais da categoria na greve geral marcada para a última sexta-feira do mês.
O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) realizará na próxima quarta-feira, 19, assembleia extraordinária para definir a participação dos profissionais da
categoria na greve geral marcada para o dia 28 de abril.
Além de debater sobre a adesão à paralisação, os trabalhadores de TI do estado de São Paulo também votarão moções de repúdio à reforma da Previdência, à reforma trabalhista, à terceirização indiscriminada e ainda contra a extinção da
Justiça do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho e contra a desoneração da folha de pagamento do setor de TI.
O presidente do Sindpd, Antonio Neto, diz que a participação da categoria é fundamental para fortalecer a luta por direitos trabalhistas e para impedir retrocessos. "Precisamos estar juntos, unidos e organizados para mostrar ao governo e
ao Congresso que o povo tem um grande apreço por sua luta, pelo seu trabalho, pelo seu emprego e pela sua Previdência", diz Neto.
Com o mote "28 de abril, Vamos parar o Brasil", as manifestações terão como alvo principal as reformas da Previdência (PEC 287) e trabalhista (PL 6787) e também a terceirização.
Empresa diz que quer “contribuir mais para a visão da Índia para o comércio digital”, mas não revela exatamente em que trabalha no momento.
O WhatsApp estaria planejando lançar um serviço de pagamentos digitais na Índia, onde possui mais de 200 milhões de usuários.
A notícia foi veiculada primeiramente pela mídia local da Índia e depois pela Bloomberg, que conversou com um porta-voz da empresa comprada em 2014 pelo Facebook.
Segundo a Bloomberg, um porta-voz do WhatsApp disse apenas que o aplicativo quer “contribuir mais para a visão da Índia para o comércio digital”, sem revelar mais detalhes.
Por isso, até agora não se sabe exatamente o que seria essa nova iniciativa do WhatsApp, que parece cada vez mais necessária, uma vez que a empresa ainda não encontrou uma maneira de monetizar o serviço, mesmo tendo mais de 1,2 bilhão de
usuários pelo mundo.

Em parceria com a ONG First Draft, rede social preparou guia com dicas para usuários identificarem notícias falsas na plataforma.
O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 6/4, uma nova campanha para tentar evitar o compartilhamento de notícias
falsas, um problema que ganhou notoriedade em 2016 por conta das eleições presidenciais dos EUA.
Para isso, a rede social se uniu à organização sem fins lucrativos First Draft, especializada em oferecer orientação sobre como encontrar, verificar e publicar conteúdo verossímil na Internet.
O resultado da parceria é uma ferramenta com dicas sobre como identificar notícias falsas na rede social, que será disponibilizada por alguns dias pelo Facebook no topo do Feed de Notícias dos usuários do Brasil e outros 13 países,
incluindo Argentina, Colômbia e México.
Ao clicar nesta opção, você verá mais informações e recursos na Central de Ajuda do Facebook, com diferentes dicas para identificar as chamadas “fake news”: ao verificar URL do site, investigar fontes da informação ou procurar por outras
notícias sobre o mesmo tema.
Estudo da Citrix revela que salário deixou de ser ponto de maior relevância e deu lugar para aspectos que facilitam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional
O salário deixou de ser o fator mais importante para os brasileiros na busca por um novo emprego. O estudo “Trabalhador Digital”, realizado pela Citrix, revela que para 34% dos entrevistados, a flexibilidade de horário e o fato de trabalhar próximo de casa são fatores que pesam mais para essa decisão. A remuneração é apontada por 14% dos participantes como a motivação principal.
O objetivo do estudo era entender os aspectos valorizados em um emprego e saber a opinião das pessoas sobre a mobilidade como parte de uma nova dinâmica de trabalho. Um total de 77% dos entrevistados trabalha com pessoas que se encontram em outros escritórios ou cidades. Nesse sentido, colaborar de forma remota com colegas de empresa torna desnecessário o deslocamento físico para a execução das atividades. O aumento da produtividade é apontado com um dos principais benefícios do trabalho remoto por quase metade dos participantes: 45% acreditam que sua produtividade aumentaria se pudessem realizar seu trabalho em casa.
Mobilidade corporativa com segurança
Trabalhar de casa ou de qualquer lugar é uma possibilidade cada dia mais real para muitos, mas há o receio de empregadores quanto à segurança das informações trafegando fora do escritório. O estudo buscou compreender também qual o entendimento dos profissionais de uma empresa quanto às políticas de segurança. No Brasil, 56% acham essas políticas restritivas, mas, mesmo assim, 88% acessam os dados corporativos por meio de dispositivos permitidos.
Os brasileiros também se mostram favoráveis à mobilidade, com 69% indicando que não veem problema em usar seu celular, tablet ou notebook pessoal para trabalhar. Porém, embora concordem em usar seus equipamentos pessoais para propósitos corporativos, o que lhes permite trabalhar de qualquer lugar, 52% não têm conhecimento das políticas da empresa para isso, fenômeno conhecido pela sigla BYOD (bring your own device, ou traga seu próprio dispositivo). Nesse sentido, a educação do funcionário para o trabalho com segurança é fundamental.
O estudo da Citrix apontou que no Brasil 49% dos participantes nunca receberam uma capacitação sobre condutas apropriadas para resguardo e segurança de dados corporativos. “No Brasil, percebemos que a mobilidade se tornou uma parceira na rotina das empresas, porém é necessário garantir que trabalhar remotamente não seja sinônimo de vazamento de dados. Com uso de tecnologias específicas, o ambiente da empresa e o pessoal ficam separados, proibindo, por exemplo, que dados sejam copiados entre apps ou que as fotos tiradas para fins de trabalho sejam armazenadas no rolo de câmera pessoal”, afirma Luis Banhara, diretor geral da Citrix no Brasil.
O estudo também considerou quesitos de segurança das informações corporativas e identificou que no Brasil, 80% dos entrevistados discutem assuntos da empresa em aplicativos de mensagens como WhatsApp, o que abre brechas para o vazamento de informações sigilosas que podem impactar no desempenho da companhia. Sobre o armazenamento dos dados, 40% afirmam usar serviços como Google Drive e Dropbox para editar ou salvar arquivos do trabalho. O principal motivo para usar esses aplicativos e não os oferecidos pela empresa é porque as consideram mais fáceis de usar (38%) e mais cômodas (37%)
“Guardar dados da companhia de forma que estes possam ser acessados de qualquer lugar ou dispositivo requer um local confiável. Informações desprotegidas podem ser acessadas por pessoas não autorizadas e prejudicar drasticamente os negócios”, finaliza Banhara.
As entrevistas foram realizadas com funcionários da indústria, comércio e serviços da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Ao todo, foram 900 participantes (150 de cada país), que não estão em cargo de liderança, são maiores de 21 anos e em sua maioria (58%) com ensino superior completo.
Teste mostra desbloqueio do aparelho com foto do rosto do usuário. Samsung diz que habilidade se trata de uma conveniência e que há métodos mais seguros para autenticar acesso
A Samsung acrescentou uma série de camadas de segurança ao aguardado Samsung Galaxy S8, apresentado oficialmente nesta semana e que chega às lojas no dia 21 de abril.
Entretanto, um deles - o reconhecimento facial - não é tão seguro como demonstrou um teste do iDeviceHelp.
O novo recurso permite desbloquear o aparelho simplesmente ao olhar para a sua câmera frontal. Mas na tentativa de destravar o aparelho com uma foto, levando o aparelho a "pensar" que a fotografia era o rosto de verdade do usuário, o iDeviceHelp mostrou que, em poucos segundos, conseguiu enganar o smartphone da Samsung.
Em resposta à Business Insider, a Samsung enviou um comunicado dizendo que o recurso se trata mais de uma conveniência para abrir o aparelho, algo como o simples e não seguro deslizar para destravar e ressaltou que oferece "o mais alto nível de autenticação biométrica - impressão digital e íris - para travar seu aparelho e autenticar o acesso para o Samsung Pay ou Secure Folder".
A sul-coreana ainda disse que o próprio Galaxy S8 alerta os usuários que, ao configurarem o reconhecimento facial, não se trata de um método tão seguro como uma impressão digital ou scanner de íris e que poderá ser enganado com imagens que se pareçam similares ao rosto do usuário.
Entretanto, ao dar como possibilidade o reconhecimento facial para destravar um aparelho quando este é facilmente enganado, a Samsung peca com esta opção.
O conselho que fica é que se você comprar um Galaxy S8, não confie no recurso para guardar suas informações.










