Aplicativo de mensagens também lançou ferramenta Telescope, que permite publicar vídeos públicos com até 1 minuto de duração.
A mais nova versão do aplicativo de mensagens Telegram traz como principal novidade um recurso de mensagens de vídeo.
A ferramenta funciona de forma parecida com o envio de mensagens de áudio – basta tocar no ícone de áudio já existente e então mudar para o modo de vídeo.
Além disso, o Telegram também adicionou o recurso de transmissão de vídeos em seus canais públicos por meio de uma ferramenta nova chamada Telescope.
Os vídeos publicados com a Telescope podem até 1 minuto de duração e ficarão disponíveis para acesso público por meio de uma URL, inclusive por quem não possui uma conta no Telegram.
O update 4.0 do Telegram foi liberado nesta sexta-feira, 19/5, para os aparelhos iOS e Android.
Unidade de carros autônomos da Alphabet, Waymo, está trabalhando com a startup Lyft para testar tecnologia em ruas públicas dos Estados Unidos
A estrada que pavimenta a tecnologia para carros autônomos acaba de ficar um pouco mais interessante. A Alphabet, que detém o Google e a unidade de carros autônomos Waymo, está trabalhando com a Lyft, startup de transporte individual que
é a maior concorrente do Uber nos Estados Unidos. A parceria foi reportada inicialmente pelo New York Times neste domingo (14).
Vale ressaltar que a Waymo tem travado uma luta judicial contra a Uber e sua startup Otto, companhia que desenvolve caminhões autônomos - alegando que ambas estavam usando propriedade intelectual roubada. A Otto, comprada pelo Uber no
ano passado, foi cofundada por um ex-funcionário da Waymo chamado Anthony Levandowski, que agora lidera a divisão de carros sem motorista do Uber. No entanto, antes de sair, Levandowski teria baixado "mais de 14.000 arquivos de design
altamente confidenciais e proprietários" de sua antiga empresa em dezembro de 2015. O Uber nega as acusações.
A parceria entre Waymo e Lyft sugere que é improvável que a Alphabet reative seu relacionamento com o Uber, mesmo que o braço de investimentos da gigante de tecnologia ainda considere a empresa de Travis Kalanick como o seu maior
investimento. As tensões entre as duas devem aumentar agora que a Alphabet mostra interesse em desenvolver um serviço para competir com o Uber.
A Waymo segue realizando testes públicos usando minivans Chrysler equipadas com sua tecnologia autônoma em Phoenix. O Uber também tem testado carros autônomos em outras cidades dos Estados Unidos.
A Lyft, que é a segunda maior empresa nos Estados Unidos em transporte individual, também está trabalhando em tecnologia autônoma com a General Motors, que investe na startup.
"A Waymo conta hoje com a melhor tecnologia para carros autônomos e colaborar com eles irá acelerar nossa visão compartilhada de melhorar a vida das pessoas com o melhor transporte do mundo", escreveu a Lyft em comunicado.
Para expandir seus testes, a Waymo deve ampliar sua frota de veículos. A companhia conta com cerca de 600 Chrysler Pacificas e tem mantido conversas com a Honda Motor para levar sua tecnologia aos carros da montadora japonesa.
Brasscom, Abes, Fenainfo, Internetsul, SeineRGS, Assespro, Abranet, Acate, Seinepe, Seinesba, Seinesp e Sindesei-DF pedem aprovação das mudanças propostas no PLC 38/2017
Doze entidades de tecnologia lançaram manifesto pedindo apoio à reforma trabalhista. No entendimento das entidades, a aprovação da reforma proposta permitirá a inclusão do trabalhador da era digital, a chamada Economia Digital, que
abrange um novo perfil de profissional, o qual não vê jornadas de trabalho diferenciadas como um problema, mas almeja também flexibilidade e equilíbrio entre profissão e vida pessoal.
“O atendimento dessas expectativas requer a aprovação das mudanças propostas no Projeto de Lei da Câmara nº 38/2017, que garantem relações contratuais saudáveis entre trabalhador e empresa e atendem aos anseios dos profissionais do
futuro. A competitividade do Brasil depende da redução do ônus sobre o trabalho e das medidas modernizantes que são transformacionais para incluir a atuação desse trabalhador do conhecimento em nossa CLT”, afirma o manifesto, assinado
por Brasscom, Abes, Fenainfo, Internetsul, SeineRGS, Assespro, Abranet, Acate, Seinepe, Seinesba, Seinesp e Sindesei-DF.
Entre as medidas defendidas pelas entidades, estão:
- Fortalecimento da segurança jurídica para a retomada de investimentos e do empreendedorismo para a geração de renda e empregos
- Fortalecimento dos acordos e convenções coletivas
- Reconhecimento da autonomia negocial de trabalhadores qualificados e bem remunerados
- Normatização do Teletrabalho e Home Office
- Instituição do contrato de trabalho por prazo intermitente
- Plena e definitiva quitação dos direitos oriundos da relação laboral, com segurança jurídica às partes envolvidas
“Propugnamos aos nobres Senadores pela rápida deliberação do Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados a fim de que tenhamos um marco legal que traga maior segurança jurídica e que reduza a litigiosidade exacerbada, evidenciada
por 4,0 milhões de novos processos por ano, 3,9 milhões de processos em estoque, e uma despesa de R$ 13,1 bilhões com a Justiça do Trabalho, recursos estes que já geram R$ 24,9 bilhões de reservas de balanço nas 36 maiores empresas de
capital aberto”, destaca o manifesto.
O manifesto foi entregue em mãos ao Senador Ferraço (relator do PLC) na quarta-feira, 10, e no dia 11 aos demais Senadores, por membros das entidades signatárias presentes em Brasília.
De acordo com o presidente da InternetSul, uma das entidades autoras do manifesto, Luciano Franz, a ação é uma manobra de “apoio para modernizar a legislação trabalhista do setor de tecnologia”, que, atualmente, emprega mais de 1,3
milhão de pessoas no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações.
Abaixo, a íntegra do manifesto:
EM DEFESA DA APROVAÇÃO DA REFORMA TRABALHISTA PARA A INCLUSÃO DO TRABALHADOR DA ERA DIGITAL (PLC Nº 38/2017)
Senhores Senadores,
A Era da Economia Digital, baseada no conhecimento e nos dados, vem se intensificando e produzindo transformações na oferta de bens e serviços, tangíveis e intangíveis. As ferramentas computacionais de hardware e software se tornam
companhias inseparáveis nas nossas vidas e a Internet o grande espaço de troca e colaboração entre indivíduos e empresas com velocidade até então inimagináveis.
Diante deste cenário, há o surgimento de um novo trabalhador com perfil diverso do trabalhador da era industrial, orientado pela consecução de objetivos ao invés de rotinas fixas e repetitivas e cujas atividades são centradas na criação
de soluções para a resolução de problemas. O trabalho, neste cenário, também deixa de estar adstrito a um ambiente físico determinado. O novo profissional não vê jornadas de trabalho diferenciadas como um problema, mas almeja também
flexibilidade e equilíbrio entre profissão e vida pessoal.
O atendimento dessas expectativas requer a aprovação das mudanças propostas no Projeto de Lei da Câmara nº 38/2017, que garantem relações contratuais saudáveis entre trabalhador e empresa e atendem aos anseios dos profissionais do
futuro. A competitividade do Brasil depende da redução do ônus sobre o trabalho e das medidas modernizantes que são transformacionais para incluir a atuação desse trabalhador do conhecimento em nossa CLT, tais como:
a) O fortalecimento da segurança jurídica no Brasil, fundamental para a retomada dos investimentos e do empreendedorismo para a geração de renda e empregos:
b) O fortalecimento dos acordos e convenções coletivas;
c) O reconhecimento da autonomia negocial de trabalhadores qualificados e bem remunerados;
d) A normatização do Teletrabalho (também designado de trabalho remoto) e Home Office para garantia de segurança jurídica nesta modalidade laboral;
e) A instituição do contrato de trabalho por prazo intermitente;
f) A plena e definitiva quitação dos direitos oriundos da relação laboral, com segurança jurídica às partes envolvidas, por meio do fortalecimento dos sindicatos e do Ministério do Trabalho.
Entendemos, assim, que o momento é oportuno e propugnamos aos nobres Senadores pela rápida deliberação do Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados a fim de que tenhamos um marco legal que traga maior segurança jurídica e que
reduza a litigiosidade exacerbada, evidenciada por 4,0 milhões de novos processos por ano, 3,9 milhões de processos em estoque, e uma despesa de R$ 13,1 bilhões com a Justiça do Trabalho, recursos estes que já geram R$ 24,9 bilhões de
reservas de balanço nas 36 maiores empresas de capital aberto.
Enfatizamos, por fim, nosso engajamento em prol do melhor interesse do Brasil e nossa pronta atuação para defender a segurança jurídica e o robustecimento do ambiente de negócios para que a confiança dos agentes econômicos se materialize
em crescimento!
Cordiais saudações.
Assinam:
• Abes – Associação Brasileira das Empresas de Software
• Abranet – Associação Brasileira de Internet
• Acate – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
• Assespro Nacional – Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
• Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação
• Fenainfo – Federação Nacional das Empresas de Informática
• Internet Sul - Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet do Sul
• Seinepe – Sindicato das Empresas de Internet do Estado de Pernambuco
• Seinergs – Sindicato das Empresas de Internet do Estado do Rio Grande do Sul
• Seinesba – Sindicato das Empresas de Internet do Estado da Bahia
• Seinesp – Sindicato das Empresas de Internet do Estado de São Paulo
• Sindesei-DF – Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal
Lançado em 2016 nos EUA, recurso de segurança seleciona motoristas aleatoriamente e pede para que enviem uma foto antes de usar app para confirmar cadastro.
O Uber anunciou nesta segunda-feira, 8/5, a chegada ao Brasil de um recurso verificação de identidade em tempo real dos seus motoristas por meio de uma selfie.
Pelo sistema, a companhia seleciona aleatoriamente alguns motoristas que deverão enviar uma selfie antes de aceitar uma viagem ou de ficar on-line no aplicativo.
Com isso, o Uber busca garantir que o motorista que está usando o aplicativo corresponde ao cadastro de contas que está no arquivo do aplicativo. O objetivo é evitar fraudes e proteger as contas dos motoristas e também os usuários,
aponta o Uber em um comunicado sobre a novidade.
Lançada no ano passado nos EUA, a tecnologia de segurança do aplicativo de transporte particular utiliza o Microsoft Cognitive Services para comparar as fotos de forma instantânea. Caso as imagens não concidam, a conta é bloqueada
temporariamente enquanto a equipe do Uber analisa o caso.
Após fechar os dois anos anteriores com 8 mil e 19 mil buscas, Serviço de Imigração deve realizar pesquisas em 30 mil aparelhos de passageiros em 2017.
As buscas realizadas pelo Serviço de Imigração em aparelhos pessoais, como smartphones e PCs, vêm aumentando significativamente nos últimos anos e devem alcançar um número marcante neste ano.
No ano fiscal de 2015, por exemplo, a agência do governo dos EUA realizou 8.503 buscas em aparelhos - um número pequeno em relação às 383,2 milhões de pessoas cruzaram a fronteira do país naquele período, é verdade.
Mas esse número subiu para 19.033 buscas em aparelhos no ano fiscal de 2016. E apenas nos seis primeiros meses do ano fiscal de 2017 alcançou a marca de 14.993 aparelhos, o que coloca a agência no ritmo para chegar aos 30 mil aparelhos
pesquisados no ano todo.
Além disso, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA falou recentemente sobre exigir senhas de redes sociais como parte do plano do presidente Donald Trump para verificações de segurança avançadas para os solicitantes de visto
americano que sejam determinados países com maioria muçulmana.
Como se não fosse o bastante, o Departamento de Estado dos EUA ainda considera um plano de pedir para alguns solicitantes de visto que forneçam seus nomes em redes sociais, endereços de e-mail e números de telefone (mas não senhas de
redes sociais) que tenham usado nos últimos anos.










