Empresa de Mountain View anunciou que irá substituir o software pelos novos aplicativos Backup and Sync e Drive File Stream.
O aplicativo do Google Drive para PCs e Macs vai começar a morrer no próximo dia 11 de dezembro, segundo anunciou o Google nesta semana. Dependendo de se voce é um usuário corporativo ou absoluto, ele irá renascer na forma de um dois
novos apps: Backup and Sync, para consumidores finais, ou Drive File Stream, para empresas. Veja abaixo o que esperar durante a transição.
Quando e como o Google Drive vai embora
Vale notar que o Google não parece estar fazendo nenhuma mudança no serviço do Drive em si, apenas nos apps. A gigante de Moutain View atualmente oferece 15GB de armazenamento online com o Drive, e esses arquivos podem ser acessados com
qualquer aparelho com um app do Drive instalado. Essa lista de dispositivos inclui aparelhos Android, iPhones e iPads – cujos apps móveis do Drive aparentemente continuarão iguais.
O Google revelou nesta semana que irá parar de oferecer suporte para o app do Drive para Macs e PCs em 11 de dezembro, e que o aplicativo simplesmente vai parar de funcionar em 12 de março de 2018. A partir deste momento, os consumidores
terão de usar o Backup and Sync. Os clientes corporativos que assinante os apps G Suite serão transferidos para o Drive File Stream, um app em fase de preview que agora está sendo levado para o grande público.
Backup and Sync vs. Drive File Stream
A maior diferença entre os novos apps Backup and Sync e Drive File Stream é que o último possui a habilidade de ‘transmitir’ arquivos a partir da nuvem – a popular funcionalidade de ‘placeholder’ que permite a exibição de cópias de todos
os seus arquivos baseados na nuvem, sem precisar armazená-los no computadores.
O Backup and Sync sincroniza os arquivos de maneira mais tradicional, colocando cópias locais no seu desktop, e então fazendo backup para a nuvem. Se você quiser fazer backup das suas fotos e vídeos, irá usar o Backup and Sync.
Caso você trabalhe em um PC com acesso ao G Suite, do Google, então as coisas podem ficar um pouco confusas, já que poderá usar os dois serviços. Por isso, é importante entender as diferenças entre o Backup and Sync e o Drive File
Stream:
- Backup and Sync:
Acesse arquivos no My Drive
Sincroniza pastas selecionadas no My Drive
Usa aplicativos nativos do Windows (como Word e Photoshop)
Sincroniza folders locais, como Documentos ou Desktop
- O Drive File Stream pode fazer quase tudo que o Backup and Sync pode, com exceção de sincronizar pastas locais. Além disso, ele também pode:
Acessar arquivos no Team Drives
Transmitir arquivos sob demanda (o recurso ‘placeholder’)
Sincronizar arquivos individuais no MyDrive
Por fim, vale destacar que o Drive File Stream aparece como um drive montado no Windows Explorer, enquanto que o Backup and Sync mostra o My Drive como um atalho.
Resumindo: a partir de outubro, os usuários do Drive para Macs e PCs devem começar a visualizar mensagens com notificações sobre a mudança, de acordo com o Google. Caso você seja um usuário final do Drive, parece que pouca coisa além do
nome irá mudar. Os usuários corporativos, no entanto, terão de escolher entre os dois novos apps.

Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou proposta nesse sentido, nesta segunda, 4/9.
Os órgãos públicos da União — incluindo estatais —, Estados, Distrito Federal e municípios serão obrigados a disponibilizar internet sem fio nas repartições para uso dos cidadãos. A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e
Informática da Câmara dos Deputados aprovou proposta nesse sentido nesta segunda-feira, 4.
A senha terá que ser informada em local visível e poderá haver limitação do número de usuários externos habilitados, de acordo com o horário de funcionamento do órgão.
O texto aprovado é um substitutivo da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público ao Projeto de Lei 2021/11, do deputado João Arruda (PMDB-PR).
Para o relator na comissão, deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), o substitutivo melhora a proposta ao retirar impropriedades como a proibição de senha e a fiscalização de conteúdo. “Ao oferecer um recurso ao cidadão, a repartição
pública o fará dentro dos limites e da capacidade de atendimento de seus sistemas”, disse.
Filtro
O substitutivo retirou do texto original o dispositivo que permite o uso de filtro para impedir o acesso à pornografia e conteúdo impróprio. No lugar do filtro, o texto aprovado determina que os órgãos públicos adotarão as providências
necessárias para garantir a segurança de informações cujo acesso seja restrito.
Bancos
A versão aprovada permite a limitação de usuários externos — para evitar o congestionamento do sistema — e exclui os bancos da obrigatoriedade de fornecimento de internet sem fio.
Veneziano defendeu a retirada de instituições financeiras da obrigatoriedade para preservar o sigilo e a segurança de dados bancários. “A coexistência com usuários externos pode elevar a exposição dos sistemas a quebras de segurança e
ataques”, afirmou o relator.
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto foi aprovado pela Comissão de Trabalho em junho de 2017.
*As informações são da Agência Câmara.
Acordo entre o banco estatal e a Embrapii permitirá que micro, pequenas e médias empresas tenham a contrapartida dos projetos financiada pelo Cartão BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) assinaram acordo de cooperação técnica, nesta sexta, 1º, para promover e incentivar projetos de
pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em áreas estratégicas como saúde, internet das coisas (IoT) e manufatura avançada. A assinatura aconteceu durante a reunião de líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), na
Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
O acordo de cooperação, com duração de cinco anos, foi assinado pelos diretores do BNDES Cláudia Prates, da Área de Indústria e Serviços, e Carlos Da Costa, da Área de Crédito, e pelo diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães.
Participaram também da reunião da MEI os principais CEOs e líderes da indústria brasileira.
Outra iniciativa do acordo é o credenciamento da Embrapii como fornecedora do Cartão BNDES. Com isso, as micro, pequenas e médias empresas apoiadas pela Embrapii poderão ter a contrapartida dos projetos financiada por meio do Cartão
BNDES e adquirir quaisquer dos mais de 270 mil itens disponíveis, no site do Cartão BNDES, incluindo serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).
Para Cláudia Prates, o acordo de cooperação técnica visa também promover a integração dos modelos de fomento à inovação desenvolvidos e praticados pelo BNDES e pela Embrapii e a união de esforços para recursos em Inovação.
Aproximação com empresários
O acordo possibilita também que o BNDES e a Embrapii se aproximem cada vez mais dos empresários que buscam apoio à Inovação. Foram realizadas, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentações sobre os
instrumentos de fomento à inovação para as micro, pequenas e médias empresas de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo.
O diretor-presidente da Embrapii ressalta que o termo de cooperação consolida a parceria de forma mais intensa, aproximando mais os empresários e fomentando a inovação. “O BNDES já era um parceiro informal da Embrapii que sempre se
disponibilizou a estar conosco em nossos eventos de prospecção, mostrando aos empresários suas linhas de crédito para inovação”, acrescenta Jorge Guimarães.
Iniciativa inédita da companhia escolheu São Paulo para sediar o Estação Hack, projeto que terá programação para jovens e workshops sobre empreendedorismo
O Facebook anunciou nesta segunda-feira, 28, que abrirá um centro de inovação para acelerar startups brasileiras e incentivar o ecossistema de empreendedorismo digital no País.
Batizado de Estação Hack São Paulo, a iniciativa é a primeira do tipo da empresa e terá sede na Avenida Paulista.
Além de ter um espaço para acelerar startups, o local abrigará diversas iniciativas, incluindo cursos gratuitos de programação para jovens e workshops sobre empreendedorismo e planejamento de carreira. Uma das propostas é capacitar em
programação jovens de baixa renda, e fornecer recursos para os pequenos e médios empresários crescerem usando a economia digital a seu favor.
“Queremos reforçar nosso comprometimento com o Brasil e, por isso, vamos fazer aqui um investimento inédito. Vamos ajudar a formar o jovem brasileiro para algumas das profissões do futuro, dentro de um ambiente de estímulo à inovação”,
afirmou Diego Dzodan, Vice-Presidente do Facebook e Instagram para América Latina.
A previsão é que a Estação Hack seja aberta até o fim deste ano e com área exclusiva dentro do escritório de coworking WeWork, na Avenida Paulista. Segundo o Facebook, o espaço será inteiramente pensado para promover o encontro de
ideias, incorporando elementos do DNA da empresa conhecido como cultura Hack.
A companhia também anunciou que serão oferecidas bolsas a mais de 7.400 jovens brasileiros por ano nas áreas de programação, planejamento de carreira e gestão de empresas. Os cursos e workshops serão ministrados por parceiros com
reconhecida atuação nessas áreas: Mastertech, MadCode, Reprograma, JuniorAchievement e Centro de Empreendedorismo e Negócios da FGV (FGVcenn).
Em outra frente, o Facebook e a Artemisia, organização sem fins lucrativos pioneira no fomento de negócios, implementarão um programa de aceleração de startups com potencial de alto impacto social.
A Estação Hack também abrigará sessões dos programas de empreendedorismo e de marketing digital do próprio Facebook, como o Impulsione Seu Negócio e o #ElaFazHistória. De acordo com o Facebook Brasil, desde 2015 esses dois programas já
capacitaram mais de 200 mil pequenos e médios empreendedores brasileiros, por meio de workshops presenciais e online.

O Facebook revelou nesta segunda-feira em São Paulo seu primeiro centro de treinamento na América Latina voltado à formação de programadores e empreendedores, em um momento em que o déficit de profissionais em áreas de tecnologia e
telecomunicações do País é de mais de 160 mil trabalhadores.
Vice-presidente do Facebook para América Latina, Diego Dzodan, posa para fotografia na Estação Hack, na Avenida Paulista, em São Paulo, Brasil
Foto: Reuters
O vice-presidente para América Latina do Facebook, Diego Dzodan, afirmou à Reuters que o centro, chamado pela rede social de "Estação Hack", vai servir como uma ponte entre um setor de tecnologia carente de mão de obra e jovens de baixa
renda que precisam de formação.
"Imagine a oportunidade", disse Dzodan na sede do Facebook na América Latina. "Tem gente que hoje não tem emprego, portanto não tem muita capacidade de pagar um treinamento. Por outro lado tem uma demanda por posições que o mercado não
vai poder atender", afirmou.
Um em cada quatro brasileiros entre 18 e 24 anos, a maioria com mais educação formal que seus pais, estavam desempregados no início deste ano, com a recessão prejudicando o desenvolvimento da carreira dos jovens.
Segundo a companhia, o centro vai abrigar cursos gratuitos de programação para jovens e workshops sobre empreendedorismo e planejamento de carreira, além de aceleração para startups nacionais.
A Estação Hack vai funcionar em um andar de 1.000 metros quadrados de um edifício na avenida Paulista a partir de dezembro e tem como objetivo ofertar cerca de 7.400 bolsas nas áreas de programação, marketing digital e gestão de empresas
para jovens no primeiro ano.
Para isso, o Facebook fez parcerias com empresas e instituições especializadas em cursos de programação e empreenderismo, incluindo o Centro de Empreendedorismo e Negócios da FGV (FGVcenn) e Artemisia, organização não lucrativa voltada
ao fomento de negócios.
"Queremos reforçar nosso comprometimento com o Brasil e, por isso, vamos fazer aqui um investimento inédito. Vamos ajudar a formar o jovem brasileiro para algumas das profissões do futuro", disse Dzodan.
O executivo, que não comentou o investimento da rede social no projeto, afirmou que o centro vai se inspirar em lições aprendidas em outras iniciativas, como a Startup Garage, aberta pelo Facebook em Paris em janeiro, mas será adaptado
para a realidade brasileira. Por exemplo, o Estação Hack vai oferecer espaços de trabalho para empreendedores que trabalhem em projetos que tenham impacto social.
A iniciativa da rede social é uma de várias em desenvolvimento em São Paulo, onde grandes companhias estão se voltando para a captura de oportunidades criadas pela tecnologia e uma crise do setor imobiliário barateou o custo de alugueis
de escritórios.
Em junho de 2016, o Google abriu um espaço de seis andares, o Campus São Paulo, que fica a alguns quarteirões do centro de formação criado pelo Facebook, também ofertando mentoria para startups, treinamento para jovens empreendedores e
eventos gratuitos para a comunidade.
Na semana passada, o Itaú Unibanco anunciou que vai expandir sua incubadora de startups criada em parceria com a norte-americana Redpoint eventures. Chamada de Cubo, o centro deverá ocupar um prédio de 12 andares e comportar a partir de
junho de 2018 cerca de 210 startups, quatro vezes o número que abriga atualmente.










