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Notícias na Florêncio de Abreu

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Site que monitora gastos de vereadores vence hackathon em São Paulo

Equipe venceu o Hack in Sampa. Competição incentivou programadores a desenvolverem sistemas de combate à corrupção

A maratona de programação Hack in Sampa, que aconteceu na última semana, selecionou os três melhores projetos que usam a tecnologia para combate da corrupção. A competição incentivou programadores a desenvolverem os sistemas com uso de

dados públicos do portal transparência da Câmara Municipal de São Paulo e da Prefeitura.

Ao todo, 11 equipes de desenvolvedores participaram da competição organizada pela Horizon Four e pelo vereador José Police Neto por meio da Incubadora de Projetos Sociais Cidade Viva. Os grupos utilizaram como base o projeto de lei

01/2017 do vereador que cria a Política Municipal de Prevenção à Corrupção.

Em primeiro lugar ficou o site www.extratopublico.com.br. De acordo com Fernando Húngaro, um dos membros da equipe vencedora, a ferramenta visa facilitar a leitura dos dados públicos, que se encontravam em um formato que seria de difícil

compreensão para a população em geral. "O site não acusa ninguém de corrupção, mas gera a dúvida para que o cidadão possa cobrar explicações dos vereadores. Acho que cabe a nós gerenciar os gastos públicos”, pontua Húngaro. No site é

possível inclusive pesquisar o CNPJ das empresas que prestam serviços para os vereadores. Como prêmio, a equipe recebeu R$ 10 mil.

O segundo lugar ficou com o grupo Specula, que criou o www.suspeitando.com.br. Neste endereço, qualquer pessoa pode ter acesso a contratos de licitação da Prefeitura de São Paulo considerados suspeitos. A equipe comparou licitações de

mesmo produto ou serviço (95% de similaridade) de diversas secretarias e destacou como suspeitos os que apresentaram valores 20% acima do padrão. Segundo levantamento do site, somente entre 2016 e 2017 os valores considerados suspeitos

somam R$ 3,8 bilhões.

O grupo Luppa ficou em terceiro lugar. A equipe desenvolveu uma ferramenta que compara preços de compras praticadas dentro dos governos com valores cobrados no mercado. O objetivo é fiscalizar os gastos públicos. Caso haja alguma

suspeita, o cidadão pode criar uma petição pública pedindo explicações sobre os gastos.

Para o vereador Police Neto, a competição trouxe para o âmbito da política mentes brilhantes que podem ajudar, na prática, a prevenir a corrupção. “O que estamos fazendo aqui é evitar que a corrupção aconteça. Que o desperdício e o

desvio do dinheiro público sejam flagrados o quanto antes. E que a população tenha condições de fiscalizar com facilidade o gasto dos recursos públicos”.



(Fonte: @idgnow Da Redação) - 21/08/2017
Operadoras ignoram 240 mil reclamações de usuários no Reclame Aqui

Site diz receber cerca de 500 mensagens por mês de consumidores reclamando apenas sobre essa falta de resposta das empresas.

As quatro principais operadoras de telefonia do Brasil deixaram de responder mais de 240 mil reclamações feitas por consumidores nos últimos 12 meses pelo site especializado Reclame Aqui.

A Vivo lidera o número de reclamações sem respostas no site, com mais de 89 mil, seguida pela Tim, com mais de 59 mil, Claro, com mais de 50 mil (juntando os perfis Claro e Claro Celular no site), e Oi, com mais de 45 mil (juntando os

perfis Oi Móvel, Fixo, TV e Oi Internet). O principal motivo para as reclamações são as “cobranças indevidas”, que aparecem em primeiro lugar na maior parte dos perfis das operadoras.

Reclamações sobre reclamações

Segundo o CEO do Reclame Aqui, Mauricio Vargas, o site recebe uma média de 500 mensagens por mês de usuários reclamando apenas dessa falta de resposta por parte das operadoras. O executivo destaca ainda que a maior parte dos cerca de 700

mil usuários que acessem o Reclame Aqui diariamente o fazem para justamente verificar a reputação das empresas cadastradas – apenas cerca de 5% registram novas reclamações.

Notas baixas

Por não responderem às reclamações dos usuários no RA, as quatro operadoras citadas acima estão com notas bastante baixas na plataforma. A Vivo, por exemplo, tem nota 1,75 (de um total de 10), enquanto que a Tim fica um pouco acima, com

1,8. Os dois perfis da Claro no site, Claro e Claro TV, apresentam notas 1,59 e 3,88, respectivamente, enquanto que os dois perfis da Oi, Oi Móvel, Fixo, TV e Oi Internet, registram respectivamente as seguintes notas: 2,65 e 1,54.

Para efeito de comparação, a operadora Algar Telecom, que respondeu 100% das reclamações recebidas nos últimos 12 meses no Reclame Aqui, possui uma nota de 6,96 no site, além de ser uma das finalistas do Prêmio Reclame Aqui 2017.

Vivo

Procurada pela reportagem do IDG Now!, a Vivo afirmou por meio da sua assessoria que “está transformando a gestão de relacionamento com o cliente e a capacidade de oferecer ferramentas digitais para que ele tenha o controle completo do

plano ou serviço que foi contratado. Para isso criou o Plano de Qualidade e já implantou 110 ações, que trouxeram melhorias em 76% dos principais indicadores de qualidade”. Confira abaixo o comunicado da Vivo na íntegra.



Vivo lidera o número de reclamações sem resposta no Reclame Aqui

“A Vivo está transformando a gestão de relacionamento com o cliente e a capacidade de oferecer ferramentas digitais para que ele tenha o controle completo do plano ou serviço que foi contratado. Para isso criou o Plano de Qualidade e já

implantou 110 ações, que trouxeram melhorias em 76% dos principais indicadores de qualidade. A Vivo também lançou o aplicativo (app) MeuVivo, um grande hub para que o cliente solicite demandas comerciais e de atendimento de forma simples

e rápida. Em redes sociais, a Vivo lançou um bot no Messenger, que permite que a Vivi (sua atendente virtual) pela primeira vez, atenda aos clientes em um canal externo, que não é próprio da Vivo.

Todos esses esforços contínuos da Vivo em aprimorar a qualidade dos serviços e do atendimento prestados aos clientes contribuíram para a redução de 7% do volume total de registros nos Procons de todo o Brasil. Em 2016, a Vivo também

liderou a resolução de solicitações via Consumidor.gov.br, serviço oferecido à população que é monitorado pela Secretaria Nacional do Consumidor – Senacon. Além disso, a Vivo trabalha na melhoria de processos com foco na causa raiz, em

parceria com as diversas áreas da empresa, para intensificar a resolução de dúvidas e queixas apresentadas pelos órgãos de reclamações.”

Tim

Em comunicado enviado pela sua assessoria, a Tim aponta que o “contato direto com a empresa é a forma mais eficiente para solução das demandas”. Confira a nota abaixo na íntegra.

“A Tim entende que o contato direto com a empresa é a forma mais eficiente para solução das demandas. Por isso, possui variados canais de relacionamento próprios – como call center, autoatendimento via app e USSD, website, redes sociais,

dentre outros – para atender aos clientes da forma como acharem mais conveniente e adequado.”



Claro

Por sua vez, a Claro destaca em seu comunicado sobre o assunto os canais em que atende aos consumidores: SAC 1052, Fale Conosco, Chat, Atendimento por Carta, Redes Sociais (Facebook), Consumidor.gov.br ou pelo site www.claro.com.br.

Confira abaixo a íntegra da nota enviada pela assessoria da operadora.

“A Claro, comprometida com a melhoria contínua da qualidade do atendimento aos seus clientes de todo o Brasil, disponibiliza diversos canais ao consumidor e trabalha para oferecer, em todos eles, um serviço de excelência. A operadora se

coloca à disposição para atender a todos em seus canais disponíveis: SAC 1052, Fale Conosco, Chat, Atendimento por Carta, Redes Sociais (Facebook), Consumidor.gov.br ou pelo site www.claro.com.br.”



Juntos, os dois perfis da Claro no Reclame Aqui registram cerca de 50 mil reclamações sem resposta

Oi

Em sua nota sobre o assunto, a Oi segue a mesma linha das rivais ao destacar os diferentes canais em que realiza o atendimento ao consumidor, mas sem comentar especificamente a razão para não responder aos consumidores no Reclame Aqui.

Confira abaixo o comunicado da Oi na íntegra.



Juntos, os dois perfis da Oi no Reclame Aqui superam as 45 mil reclamações sem resposta

“A Oi informa que oferece diferentes canais de atendimento para os diversos perfis de clientes. O serviço de autoatendimento Minha Oi, que realizou 7,1 milhões de transações no último mês de julho, está disponível gratuitamente para

todos os clientes através dos canais web (www.oi.com.br/minhaoi) e mobile (m.oi.com.br e aplicativos para smartphones Iphone e Android). A funcionalidade permite o acesso ao resumo da conta, a segunda via e a conta detalhada, a consulta

de saldo e a recarga online para qualquer celular Oi. Além disso, a companhia lançou recentemente o Técnico Virtual, recurso acessado através do aplicativo Minha Oi que permite ao cliente identificar e resolver problemas na utilização do

telefone fixo e da banda larga sem precisar falar com um atendente. Para os clientes que quiserem ser atendidos por meio da central de atendimento telefônico, a empresa oferece o canal 10331 para o Fixo e banda larga ou *144 do móvel ou

em uma loja Oi.

A Oi esclarece que investe continuamente para melhorar a experiência dos clientes com seus diversos serviços. No primeiro trimestre de 2017, a companhia investiu mais de R$ 2,45 bilhões - um aumento de 1,5% em relação ao ano anterior -

na expansão e na melhoria da qualidade de sua rede móvel, de telefonia fixa e de banda larga.

Paralelamente, a Oi tem investido no aprimoramento do atendimento, priorizando a resolução dos problemas à primeira chamada e a revisão de processos e no desenvolvimento de um intenso programa de treinamento das equipes técnicas, para

atender um contingente de funcionários que está distribuído em todas as regiões do país. Dentre as iniciativas de modernização tecnológica, está a implantação de uma plataforma de atendimento de última geração, que tem como principais

benefícios maior facilidade de acesso, atendimento segmentado por tipo de cliente e a funcionalidade de retornar para o cliente caso a chamada seja interrompida (call back).

As diversas iniciativas da companhia já apresentam resultados expressivos nos indicadores de qualidade no comparativo entre o segundo trimestre deste ano e o mesmo período do ano passado: aumento de 12% no índice de satisfação de

clientes, redução de 24% no número de chamadas repetidas, redução de 58% no número de entradas de processos nos Juizados Especiais Cíveis (JECs), as reclamações no call center da Anatel caíram 28% e nos Procons a redução foi de 21%.”


(Fonte: Luiz Mazetto) - 21/08/2017
Brasil fica atrás de Armênia, Mongólia e Irã em velocidade de Internet

Segundo novo ranking publicado pela empresa Speedtest, país fica abaixo do 70º lugar nas conexões mobile e fixa.

Conhecida pelo serviço de medição de velocidade de Internet para computadores e smartphones, a empresa Speedtest agora também publica um ranking mundial que permite ver

quais os países com as melhores e piores conexões.

Chamado de Speedtest Global Index, o levantamento mensal reúne os dados dos bilhões de testes realizados pelos consumidores com o aplicativo da companhia naquele período em dezenas de locais pelo mundo.

Brasil

Como esperado, o Brasil não está nada bem colocado no ranking da empresa referente a julho, ficando abaixo da posição de número 70 tanto na Internet fixa quanto nas conexões móveis.

Com velocidade média para download de 16,42MBs, o Brasil ocupa o 72º lugar no ranking de Internet fixa, ficando atrás de países como Madagascar, Mongólia, Armênia e México.



No mobile, a situação é ainda pior, já que o Brasil aparece em 76º lugar, com velocidade média de 14.91MBs, atrás dos hermanos Chile e Peru, além de Irã e Malásia.

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Líderes

A Noruega lidera o ranking de Internet móvel, com uma velocidade média para download de 52,59MBs, à frente de Holanda, Hungria, Singapura e Malta, todas com velocidades entre 46 e 44MBps.

Quando o assunto é a Internet fixa, a Singapura toma a dianteira, aparecendo no topo do ranking, com uma velocidade média de 154,38MBs, bem à frente da segunda colocada Coreia do Sul, com 125,69MBs. Outro país asiático, Hong Kong,

completa o Top 3 com velocidade média de 117,21MBps.


(Fonte: Da Redação) - 14/08/2017
São Paulo lidera número de viagens com o Uber pelo mundo

Conhecida pelo trânsito intenso, capital paulista é a campeã em corridas com o app há mais de um ano. Serviço já fez mais de 530 milhões de viagens no Brasil.

Conhecida pelo trânsito bastante intenso, com cerca de 7 milhões de veículos pelas ruas, São Paulo é a cidade com maior número de viagens feitas pelo Uber no mundo, segundo revelou nesta sexta-feira, 11/8, a empresa.

De acordo com o Uber, a capital paulista já é há mais de um ano a campeã em número de viagens com o app pelo mundo – o Uber está presente em SP há cerca de três anos.

A companhia não revela quantas viagens são feitas em média por dia ou por mês em SP, mas informa que já realizou mais de 530 milhões de corridas no Brasil desde que chegou ao país em 2014.

Atualmente, o Uber está presente em mais de 70 cidades brasileiras, incluindo todas as capitais estaduais. A companhia diz ainda que possui cerca de 15 milhões de usuários no país.


(Fonte: Da Redação) - 14/08/2017
Cresce o uso do celular como ferramenta em escolas pelo Brasil

Segundo a pesquisa TIC Educação, 49% dos professores usuários de internet declararam utilizar o celular em atividades com os alunos.

Embora estejam presentes em 81% das escolas públicas, os laboratórios de informática encontravam-se em uso em pouco mais da metade delas em 2016, segundo a pesquisa TIC Educação

Ainda de acordo com o levantamento, somente 31% dos professores de escolas públicas utilizam computadores no laboratório para desenvolvimento de atividades com os alunos. “Apesar de sermos um dos primeiros países na América Latina a

termos uma política de TIC na educação, a plena adoção de computadores e da internet nas rotinas de ensino e aprendizagem ainda é limitada, seja por deficiências na infraestrutura de TIC, seja por limitações na capacitação do professor”,

afirma Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Pela primeira vez em 2016, a pesquisa investigou a utilização de celulares por alunos em atividades pedagógicas, realizadas tanto dentro quanto fora da escola. O uso desse tipo de dispositivo em atividades escolares foi citado por 52%

dos alunos de escolas com turmas de 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental e do 2º ano do Ensino Médio, localizadas em áreas urbanas. Esse percentual atingiu 74% entre os estudantes do Ensino Médio.

A pesquisa aponta que 91% dos professores utilizaram a internet pelo celular para uso pessoal — no primeiro ano do levantamento, em 2011, esse número era de apenas 15%. Além disso, 49% dos professores usuários de internet declararam

utilizar o celular em atividades com os alunos, um crescimento de 10 pontos percentuais em relação ao ano anterior (39%).

Apesar do avanço no uso do celular enquanto ferramenta pedagógica, apenas 31% dos estudantes afirmaram utilizar a internet pelo telefone celular na escola, sendo 30% entre os alunos de escolas públicas e 36% nas instituições privadas. As

restrições ao acesso de estudantes à rede Wi-Fi da escola estão entre os aspectos que explicam a baixa utilização do equipamento no ambiente escolar: enquanto 92% das escolas possuíam rede Wi-Fi, 61% dos diretores afirmaram que o uso

dessa conexão não é permitido aos alunos.

Após 20 anos de implementação do ProInfo — programa criado pelo governo federal para promover o uso pedagógico de tecnologias de informação e comunicações (TICs) na rede pública de Ensino Fundamental e Médio —, ainda há desafios a serem

vencidos quanto ao acesso a equipamentos TIC e à conexão à internet. A presença de algum tipo de computador (de mesa, portátil ou tablet) encontra-se universalizada entre as escolas públicas localizadas em áreas urbanas, sendo que 95%

delas possuem ao menos um desses computadores conectados à internet. Entretanto, 45% das escolas públicas ainda não ultrapassaram 4Mbps de velocidade de conexão à Internet, enquanto 33% delas possuem velocidades de até 2Mbps.

Segundo a pesquisa, 40% dos docentes de escolas públicas usuários de internet afirmam utilizar o computador em sala de aula para atividades com os alunos, sendo que somente 26% dizem que se conectam à rede mundial quando realizam essas

atividades. Em escolas particulares, esses percentuais são de 58% e 54%, respectivamente. “Apesar dos avanços registrados na conexão à internet que chega às escolas, ainda existem muitos espaços educativos em que não há acesso ou esse

acesso é limitado. É fundamental, portanto, a ampliação do uso da Internet nos espaços pedagógicos mais utilizados por professores e alunos, como as salas de aula, bibliotecas e salas de estudo”, ressalta Barbosa.

Uso das TICs na prática pedagógica

A pesquisa TIC Educação 2016 também traz indicadores sobre a percepção de professores, coordenadores pedagógicos e diretores sobre o uso das tecnologias nas práticas pedagógicas. “Essas percepções contribuem para subsidiar ações ainda

necessárias para o aprimoramento deste uso no processo de ensino e aprendizagem”, explica Barbosa.

Para 94% dos professores, o uso das TICs permitiu acesso a materiais didáticos mais diversificados ou de melhor qualidade. Além disso, grande parte dos docentes concordaram que a adoção de novos métodos de ensino (85%) e o cumprimento de

tarefas administrativas com maior facilidade (82%) é um resultado do uso das TICs.

Segundo diretores (36%) e coordenadores pedagógicos (35%) de escolas particulares, o desenvolvimento de novas práticas de ensino baseadas no uso de computador e Internet é a ação prioritária para a integração das TIC na escola. Nas

escolas públicas, o desenvolvimento de novas práticas pedagógicas também é relevante, mas aparecem com maior destaque as ações na área da infraestrutura. Para 32% dos diretores e 22% dos coordenadores pedagógicos o aumento do número de

computadores por aluno deve ser a ação prioritária.

Em sua 7ª edição consecutiva, a pesquisa TIC Educação 2016 foi realizada entre os meses de agosto e dezembro de 2016 e contemplou 1.106 escolas públicas e privadas, com turmas do 5º ou 9º ano do Ensino Fundamental e 2º ano do Ensino

Médio localizadas em áreas urbanas. A pesquisa entrevistou 935 diretores, 922 coordenadores pedagógicos, 1.854 professores de Língua Portuguesa e Matemática ou multidisciplinares e 11.069 alunos de 5º e 9° ano do Ensino Fundamental e 2°

ano do Ensino Médio.

TEXTO

(Fonte: Da Redação) - 07/08/2017
Listando: 470 de 1367

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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.