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Samsung lança Galaxy Tab A com tela de sete polegadas no Brasil

A Samsung anunciou nesta semana o lançamento do novo Galaxy Tab A com tela de sete polegadas no Brasil. O dispositivo começa a ser vendido em grandes varejistas e na loja oficial da marca a partir desta segunda-feira (25) em versão Wi-

Fi, com a edição que acessa a internet por meio do 4G chegando na próxima semana.



Samsung Galaxy Tab A 7

Foto: Canaltech

De acordo com a fabricante, o principal destaque do novo modelo é sua leveza, com 289 gramas de peso e corpo com 8,7 mm de espessura. A tela de sete polegadas tem resolução de 1280 x 800 pixels, e, ao lado da bateria estendida, com 4000

mAh, deve funcionar por até 11h - constitui uma boa opção de médio padrão para quem procura um dispositivo voltado para o consumo de mídia.


Por dentro está um processador Snapdragon 410, acompanhado de 1,5 GB de memória RAM. O armazenamento interno é de 8 GB, que pode ser expandido pelo uso de cartões microSD de até 256 GB. Ainda falando em mídia, a Samsung destaca a câmera

traseira com 5 MP de resolução e foco automático, com capacidade de fazer fotos panorâmicas e com um sistema de criação de GIFs a partir das imagens registradas.

O sistema operacional é o Android 5.1.1, com possibilidade já anunciada de atualização para a versão 6.0. A plataforma ainda conta com um Modo Infantil, com áreas dedicadas às crianças com conteúdo educativo e aplicativos voltados para

elas. Por meio do controle parental, também é possível manter vigilância sobre o consumo de dados e aplicativos acessados, tudo a partir de uma senha.

De acordo com a Samsung, a versão Wi-Fi do Galaxy Tab A de sete polegadas começa a ser vendida nesta segunda-feira (25), por R$ 500. A edição que acessa a internet por meio de 4G chega na próxima semana e tem preço sugerido em R$ 799.



(Fonte: Canaltech) - 25/09/2017
Artigo: Insurtechs e o impacto das plataformas no setor de seguros

Modelos de negócios baseados em plataformas disruptivas como Uber e AirBnb estão chegando ao mercado segurador

Com tantas inovações acontecendo, é preciso olhar para o futuro como uma bússola, no sentido de nos orientar ao melhor caminho para os negócios. Algumas empresas ainda têm dificuldade em abrir mão de certos valores e crenças, o que as

mantêm aprisionadas ao passado. Essa inércia abre espaço para que os inovadores se lancem à frente, provocando uma revolução no mercado.

Plataformas de negócios como Uber, AirBnb e Netflix, por exemplo, chegaram para mudar a regra do jogo. Enquanto a empresa tradicional foca em atividades que, através de uma cadeia de valor, entrega um produto ou um serviço para o

cliente, o modelo de negócios baseado em tecnologia e mobilidade conecta participantes em um ecossistema que gera valor para ambos os lados.

Os exemplos clássicos desse modelo são a Uber, plataforma que conecta motoristas a pessoas que precisam de transporte privado sob demanda e a AirBnb, que conecta hóspedes a donos de imóveis disponíveis para hospedagem. Ambos impactaram

fortemente seus mercados em todos os países em que atuam.

Pouco a pouco, modelos de negócios baseados em plataformas atingem outras indústrias, inclusive no segmento de seguros, onde grandes companhias ainda resistem à mudança de processos e determinam um ritmo naturalmente mais conservador.

Mas as inovações de caráter disruptivo também alcançaram este setor por meio das insurtechs, startups que unem o mercado de seguros aos benefícios da tecnologia, apresentando novos modelos de negócios para as seguradoras.

A grande questão é: as empresas líderes do mercado segurador estão observando esse movimento com a atenção devida? Estão de alguma forma preparando-se e colocando-se em posição para ditar essa mudança ou assistem de forma passiva a

chegada dessas inovações?

Toda plataforma de negócio bem-sucedida surge a partir de uma dor e no segmento de seguros isso não é diferente. Estamos falando sobre um segmento que atua sob regulação de mercado e que depende sempre de um intermediário para

relacionar-se com o cliente, entre outras complexidades.


Para abraçar esse caminho da inovação apontado pelas insurtechs será preciso superar grandes desafios. Na questão da regulação, hoje o Susep é responsável pelo controle e fiscalização do setor de seguros, previdência privada aberta,

capitalização e resseguro e suas regras precisariam ser revistas para que as plataformas pudessem atuar. Por outro lado, as grandes companhias do segmento, certamente resistirão a qualquer mudança que possam impactá-las, assim como

acontece hoje com os taxistas e o Uber e seus concorrentes.

No entanto, o fato do mercado de seguros hoje precisar da figura do intermediário para gerir muitos processos, pode impulsionar o uso da plataforma, facilitando a interface com o cliente. Uma insurtech poderia inovar e desenvolver uma

plataforma para agilizar a comunicação entre seguradoras e clientes.

Também no que tange a regulação de sinistros, o modelo de insurtech é capaz de desenvolver uma plataforma para permitir a intermediação de seguradoras e reguladores de sinistro. Hoje, as reguladoras atuam em conjunto com as seguradoras,

entretanto, é preciso que se restrinjam apenas à regulação. Por meio de uma plataforma de negócios, as seguradoras enviariam o sinistro para que um regulador pudesse atuar. Pode ser que as seguradoras não se sintam confortáveis e seguras

ao passar um sinistro diretamente para o regulador, já que o modelo atual exige um contrato que garante a qualidade do serviço das reguladoras. Mas, o processo de disrupção passa pela quebra de paradigmas.

No modelo das plataformas, que valoriza a pontuação do serviço prestado, acontece uma seleção natural de players. Os profissionais que prestam serviços medianos ou ruins são excluídos do processo. É assim que já funciona na Uber, AirBnb

e em outras plataformas. Os benefícios também serão percebidos de forma mais acentuada na diminuição dos custos dos serviços, à medida que a plataforma cria um processo mais leve e menos dispendioso, comparado a uma grande empresa.

É fato que as mudanças acontecerão. Agora cabe às empresas optarem por definir essas transformações e serem protagonistas ou ficarem em uma posição arriscada, como meros observadores.

*Alexandre Salema é gerente executivo da Provider IT, consultoria e provedora de serviços de TI como foco no mercado financeiro, de seguros, previdência e saúde.


(Fonte: Alexandre Salema*) - 25/09/2017
Catarinense cria emblema para missão e vence concurso da Nasa

Depois de o menino-prodígio João Paulo Guerra Barrera, de 7 anos, ganhar um concurso da Nasa, outro brasileiro foi condecorado pela agência espacial norte-americana. O catarinense Rafael Fontes, de 31 anos, venceu o concurso do Centro de

Excelência para Inovação Colaborativa (CoECI) por ter desenvolvido um emblema para o projeto Nasa In Space Manufacturing Refabricator (ISM).

Chamado de Torneio Lab, o concurso faz parte de uma parceria com o portal Freelancer.com, que vem sendo utilizado pela agência em projetos de crowdsourcing com o objetivo de desenvolver soluções para a exploração espacial.

O desafio do concurso propunha em transmitir o tema da exploração espacial, reciclagem de materiais e fabricação sob demanda para um emblema. O patch vencedor foi criado em forma triangular, representando a escotilha de uma cápsula de

foguete e que passa a ideia de reciclagem também.

No topo do triângulo, há uma sequência listrada, que simboliza a ponta de uma impressora 3D. No interior da figura, surge a ilustração de um astronauta que faz malabarismo com as ferramentas que podem ser refabricadas.



Foto: Canaltech

Rafael Fontes mora em Barra Velha (SC) e é formado em publicidade. Ele competiu com 191 freelancers de todo o mundo e recebeu uma gratificação de US$ 250 (cerca de R$ 778). O designer já havia participado de outros dois concursos da Nasa

no Freelancer — em ambos, terminou entre os dez primeiros colocados.

Em 2015, o projeto Nasa ISM fez história ao enviar a primeira impressora 3D para a Estação Espacial Internacional com o objetivo de fabricar peças no espaço. Agora, o Refabricator quer reciclar plásticos em peças impressas em 3D.

O logotipo vencedor será usado em apresentações, itens usados pela equipe (canecas, camisas etc.) e em materiais desenvolvidos para educação e divulgação pública.

(Fonte: Canaltech) - 18/09/2017
Slack passa a valer US$ 5,1 bilhões após nova rodada de investimentos

A companhia de software Slack anunciou a arrecadação de US$ 250 milhões em sua mais recente rodada de financiamento que incluiu o aporte de vários investidores, incluindo o investimento da SoftBank Group. Com isso, a empresa passa a ser

avaliada em US$ 5,1 bilhões e se torna uma das que mais arrecadaram fundos para financiamento, totalizando US$ 841 milhões. O Slack é um serviço de mensagens e compartilhamento de arquivos e documentos voltado para ambientes de trabalho,

sendo o negócio corporativo o foco da empresa.



slack

Foto: Canaltech

A última rodada de investimentos levantou fundos para que o Slack possa contar com maior reserva de caixa e se tornar menos dependente de financiamento externo, conforme explicou o CEO da empresa Stewart Butterfield. Anteriormente, a

companhia levantou recursos através de fundos de investimento de riscos, como GGV Capital, Spark Capital, Thrive Capital, entre outros. O dinheiro levantado também servirá para auxiliar no processo de expansão do negócio, que está

visando o mercado asiático, em especial o Japão. No início do mês, a empresa já havia anunciado a expansão do serviço em alemão, francês, japonês e espanhol.

O Slack conta atualmente com uma taxa de crescimento anual de 100% e tem receitas de US$ 200 milhões, o que torna a companhia muito atrativa para investidores que desejam retorno rápido e com menor risco possível. Butterfield afirmou que

é "quase uma certeza absoluta" que o o Slack irá abrir seu capital, mas isso não deve acontecer antes de 2018. "Se fosse há dez anos já teríamos aberto o capital", assumiu o CEO.

O financiamento do Slack mostra uma tendência que vem se repetindo entre as empresas de tecnologia. No segundo trimestre deste ano, houve 34 negócios envolvendo mais de US$ 100 milhões em financiamentos de capital de risco. O número é

quase o triplo das 12 transações realizadas no primeiro trimestre, de acordo com a empresa de dados PitchBook. No segundo trimestre foram investidos US$ 15,7 bilhões por meio destes investimentos, um aumento de 27% em relação ao primeiro

trimestre do ano.

(Fonte: Canaltech) - 18/09/2017
NASA prepara sonda Cassini para mergulho final rumo aos anéis de Saturno

Na próxima sexta-feira, veículo chegará ao ponto mais próximo do planeta quando se desintegrará em sua atmosfera

Após uma missão de 20 anos, a sonda Cassini se prepara nesta semana para fazer seu último mergulho dentro dos anéis de Saturno. A manobra será, entretanto, fatal para o veículo espacial que colecionou descobertas importantes sobre o

sexto planeta do sistema solar.

No chamado Grande Finale, a Cassini chegará ao ponto mais próximo do planeta para, depois queimar, na atmosfera. A previsão é que isto aconteça na próxima sexta-feira (15).

Era 1997 quando a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Agência Espacial Italiana (ASI) lançaram a missão Cassini-Huygens para melhor compreender Saturno e seu sistema planetário. Ao todo, o projeto envolveu a

colaboração de 17 países e um orçamento superior a US$ 3 bilhões.

Junto à sonda, foi acoplada a nave Huygens que, com a ajuda de um paraquedas, conseguiu aterrissar na lua Titã em 2005, o maior satélite natural de Saturno e o segundo maior do nosso sistema solar. Com tal empreitada, pesquisadores

conseguiram concluir que a Titã possui características muito parecidas com a Terra. Com um raio de 2.575 km, ela possui temperaturas muito baixas, porém é o único lugar já descoberto com líquido estável na superfície. O ciclo é similar

ao da água, porém com metano.

Na outra lua de Saturno, Encélado, também foi encontrada água, cujos vapores saem de sua superfície. Ali, cientistas conseguiram confirmar a presença de gás hidrogênio. A Nasa confirmou 53 luas do planeta, com mais nove em investigação.

Desde o início da missão, as agências espaciais tinham como objetivo capturar imagens de Saturno, luas e seus anéis, fazer mapas detalhados da gravidade e dos seus campos magnéticos e, consequentemente, entender melhor do que são feitos

os seus anéis.

O beijo da despedida

No último sobrevoo, também batizado melancolicamente de o "beijo da despedida", Cassini terá aqui talvez seu maior triunfo: contribuir para pesquisadores desvendarem o grande mistério que envolve a origem dos anéis de Saturno.

Até então, a missão mostrou que as partículas que compõem os anéis são menores que um grão de areia e concluiu que os jatos da lua Encélado fornecem boa parte do material de um dos anéis. Grande parte das partículas é composta pela troca

entre os anéis e as luas de Saturno.

A nave não tripulada Cassini-Huygens foi lançada por um foguete Titan 4B. Com um peso de 5.670 quilos, a sonda percorreu mais de 3,5 bilhões de quilômetros. Chegou a Saturno em 2004 e se tornou seu primeiro satélite artificial, enviando

valiosas informações desde que entrou na órbita do planeta.

O nome de batismo da Cassini é uma homenagem ao astrônomo italiano Giovanni Domenico Cassini, que descobriu quatro satélites de Saturno e a divisão entre os anéis. Já a nave Huygens referencia o físico matemático e astrônomo Christiann

Huygens, responsável pela descoberta da lua Titã, em 1665.

Entre as informações enviadas pela sonda se destacam fotografias que mostram vistas da descomunal tormenta hexagonal que reina no polo norte do planeta, além das imagens de maior resolução tomadas de Pandora, a lua de 84 quilômetros de

diâmetro no anel exterior.

A nave também coletou dados sobre o lado noturno de Titã, que apresenta entre 10 e 200 vezes mais luz que seu lado diurno. Os cientistas acreditam que isso pode se dever à eficiente difusão frontal da luz solar pela extensa neblina de

sua atmosfera, um comportamento que só Titã apresenta em todo o nosso Sistema Solar.

Neste momento, a Cassini se encontra com pouco combustível para prolongar a missão. Os responsáveis pelo projeto decidiram colocar um fim ao voo de Cassini com o mergulho na superfície de Saturno para evitar que a mesma se colida com a

lua Titã.

Mesmo que Cassini encontre seu final na próxima sexta-feira, sua viagem de 22 mergulhos pela órbita de Saturno terá resultado em imagens e dados coletados que serão analisados durante décadas por cientistas.



(Fonte: Da Redação) - 11/09/2017
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.