Conforme anunciado em 2016, os serviços online do smartwatch Pebble serão desativados no fim deste mês de junho, deixando os donos do wearable sem as facilidades dos serviços online.
Pebble models
Foto: Canaltech
Para contornar esse problema, um grupo de desenvolvedores, chamado Rebble, liderado pela ex-funcionária da Pebble, Katharine Berry, anunciou os planos para manter boa parte dos serviços do Pebble
online. Para isso, os interessados devem se registrar no site do projeto antes do dia 30 de junho.
Apesar de esta ser uma esperança daqueles que tanto gostaram das funções e características do Pebble, ainda não foi estabelecido como funcionará toda a estrutura de servidores para garantir que as
funcionalidades originais do relógio inteligente sejam mantidas, como o sistema de notificações, que exige o trabalho de múltiplos servidores ao mesmo tempo para funcionar corretamente.
Devido ao fato de a iniciativa não vir da empresa oficial do produto e esse tipo de projeto normalmente demandar altos custos de manutenção, o grupo oferecerá algumas funcionalidades apenas para
aqueles que realizarem doações para o Rebble. Em troca, os doadores poderão utilizar as funcionalidades de previsão do tempo e utilizar recursos via comandos de voz.
Ainda não há uma data de início para o funcionamento dos serviços do projeto Rebble, mas espera-se que ele entre no ar um pouco depois do dia de desativação do serviço online oficial, ou seja, no
dia 30 de junho.
Rede social pode rivalizar com YouTube e o Snapchat Discover
Rumores apontaram para a possibilidade de o Instagram permitir vídeos mais longos serem postados em sua plataforma. Atualmente, a rede social só permite vídeos com duração máxima de um minuto.
Entretanto, o site Tech Cruch trouxe, nesta segunda-feira (11), a notícia que o Instagram pretende disponibilizar o tal hub de vídeos longos numa conferência com a imprensa que acontecerá no dia 20 de junho. Já se sabe alguns detalhes sobre a nova ferramenta, como você lê abaixo.
Instagram
Foto: Canaltech
Formato
A rede social permitirá que os criadores de conteúdos carreguem vídeos na resolução 4K e com orientação vertical. O tempo limite de um minuto será expandido, mais ainda não se sabe quanto. As
expectativas é que os conteúdos possam ter até uma hora de duração.
Destino
Esses vídeos ficarão num hub centralizado, que trará uma curadoria dos que fizerem sucesso com o público, além de possuir ferramentas que permitem que se continue a reprodução de um vídeo do ponto exato onde ele foi anteriormente interrompido. Ainda não está claro onde esse hub ficará hospedado, nem mesmo se ele será acessado por meio do app da rede social ou em um serviço separado.
Parceiros de Lançamento
A revelação à mídia no dia 20 trará ao público também parcerias que o Insta está fazendo com produtores de conteúdo, celebridades de mídia social e produtoras.
Qualidade Intermediária
O intuito é criar conteúdo semelhante ao que podemos ver hoje no YouTube, mas com criadores de conteúdo famosos, captados com imagens de qualidade cuidadosamente trabalhadas, mas ainda inferior em comparação às obras da Netflix ou HBO.
Links Externos
O Instagram oferecerá aos criadores uma nova função, em que links externos sejam adicionados aos vídeos, de forma que bastará que o usuário deslize o conteúdo para acessar mais informações, lojas de comércio eletrônico ou websites.
Monetização
Esse ponto ainda não está completamente esclarecido, mas será possível aos criadores de conteúdo ganhar grana com seus vídeos longos. Não se sabe se a monetização virá por meio de anúncios
publicitários, como geralmente é feito em outras plataformas.
Outro anúncio que deve aparecer na conferência do dia 20 de junho é que a rede social deve atingir 1 bilhão de usuários pouco antes da data, o que pode trazer a atenção de criadores de conteúdo interessados em povoar esse espaço densamente povoado mas ainda desbravado. A rede social vem crescendo em número de contas ativas vertiginosamente, completando 600 milhões de cadastros em dezembro de 2016, 700 milhões em abril de 2017 e 800 milhões em setembro de 2017.
Segundo a análise feita pelo TechCruch, essa é a chance do Instagram passar da categoria de mídia social para apenas mídia, fazendo concorrência para o YouTube e o Snapchat Discover.
O Facebook está criando uma nova seção na rede social chamada Memories, que, na prática, nada mais é do que a evolução da ferramenta On This Day ("Neste Dia", em português), que mostra tudo o que
você publicou por lá neste dia, só que nos anos anteriores.
Já com o Memories, o usuário pode conferir, além de seus próprios posts e fotos, o que seu amigos estavam publicando naquele mesmo dia no passado, dando um vislumbre de como era o seu Feed de
Notícias naquele dia em questão, só que em outros anos do passado.
No Memories, é possível conferir o que os amigos publicaram naquele dia, amigos que você adicionou no dia em questão, e a seção também mostrará vídeos e colagens para celebrar aniversários de
amizade com outros usuários — coisa que, hoje em dia, acaba aparecendo como uma sugestão de publicação ao abrir o Feed.
Foto: Canaltech
A ideia, com a novidade, é que as pessoas reforcem suas conexões de amizade umas com as outras, lembrando de coisas legais que fizeram juntos no passado, ou de publicações interessantes que
renderam interações bacanas. E o usuário poderá configurar o que o Memories vai exibir, o que é muito importante para quando você ainda mantém uma pessoa em sua lista de amigos, mas já deu o
famigerado "unfollow" por não desejar mais ver o que aquela pessoa está publicando.
"Nós sabemos que as memórias são profundamente pessoais — e elas nem sempre são positivas", disse Oren Hod, gerente de produtos do Facebook. O novo recurso ficará disponível no menu lateral da
plataforma, também podendo ser acessado pelo link http://facebook.com/memories . Ainda indisponível no Brasil, ao clicar neste link,
somos redirecionados à página On This Day, por enquanto.
A Microsoft acaba de anunciar uma nova atualização para o Microsoft Launcher e o navegador Edge para Android, implementando recursos de controle dos pais (parental control) em ambos os aplicativos.
No Microsoft Launcher, a nova função possibilita que certas opções ou ferramentas sejam bloqueadas ou ocultadas a partir da criação de grupos familiares. Além disso, a empresa acrescentou o gerenciamento de diferentes perfis de uso para
cada membro da família, bem como o monitoramento da localização atual do aparelho.
Demonstração das funções controle de acesso no Microsoft Launcher (Imagem: AndroidPolice)
Foto: Canaltech
Já no Microsoft Edge, os pais poderão bloquear o acesso a sites específicos, lembrando que tais configurações também podem ser sincronizadas para a versão desktop do navegador. Com a novidade, sempre que uma página fora da lista de
conteúdos permitidos for acessada, será solicitada uma permissão para o desbloqueio do site — o que só poderá ser feito por um dos pais ou responsável.
Considerando que as configurações de bloqueio de conteúdo de ambos os aplicativos podem ser contornadas com métodos relativamente simples, o uso das funções de grupos familiares é recomendado apenas para o controle de acesso de crianças.
Outra observação importante é que, para utilizar tais funções, é necessário a criação de ao menos um perfil de "Recursos da Familia", algo que pode ser feito tanto no Windows quanto no Xbox e, agora, no Android.
Startup brasileira quer fazer do aplicativo uma central financeira do usuário; Nova versão ganhou design mais personalizável e intuitivo
Quando o GuiaBolso se lançou no mercado no final de 2013, a ferramenta tinha como pretensão dar um panorama em tempo real da vida financeira dos brasileiros - de uma forma simples e móvel por meio de um site e aplicativo que eliminariam o repetitivo trabalho de preencher chatas planilhas do Excel ou, quem sabe, as românticas cadernetas de papel. De forma geral, o serviço consegue puxar as movimentações bancárias da conta corrente dos usuários e categorizar esses dados para ajudá-los a gerenciar seus gastos pessoais. “Quando a gente ultrapassou o Tinder, vimos que a coisa estava ficando séria”, brinca Inajá Azevedo, CTO e um dos cofundadores do GuiaBolso ao lembrar do lançamento do app que, em poucos dias, se tornou uma das aplicações financeiras mais baixadas da App Store, confirmando que a saúde financeira dos brasileiros merecia atenção.
Cinco anos depois, o GuiaBolso superou os 4 milhões de usuários, já levantou mais de R$ 215 milhões em distintas rodadas de investimento e tem, entre as suas metas, arredondar seu time de talentos para 320 funcionários até o final do ano. Na última semana, deu outro grande passo: lançou o maior redesign do aplicativo para Android desde a sua criação.
Há de se observar na história do GuiaBolso uma questão de timing. A startup, com base em São Paulo, se lançou em uma época onde o mercado de fintechs no Brasil ainda emergia e apenas começava a incomodar os bancos tradicionais. Hoje, o usuário final já toma como natural a ideia de que pode resolver tudo pelo smartphone - incluindo informações sensíveis como a de bancos - e acha inconveniente se não puder fazê-lo.
Uma das prerrogativas para fazer do GuiaBolso um serviço, digamos, ágil e automático é informar a senha do internet banking durante o login no aplicativo - um pedido que, para muitos, pode beirar o contrassenso. Não foi o que aconteceu com a ferramenta. Azevedo lembra que quando o app começou a pedir a senha para usuários, a expectativa inicial era que apenas 20% da base concordaria com a empreitada, mas para a surpresa - 80% informou. "Fazemos muito testes sobre como é a melhor forma de dizer sobre segurança. É algo muito crítico, porque se você fala muito, assusta. E se você fala pouco, é ruim. Então, a gente faz muita pesquisa para se posicionar sobre como informar isso", explica o executivo, que também credita a confiança dos usuários ao histórico de avaliações e informações sobre a empresa na Internet.
Um novo banco
Se no início, a plataforma oferecia apenas um guia para gerenciar gastos pessoais, hoje o GuiaBolso tem como ambição se tornar uma central de serviços financeiros. Um dos primeiros passos dados nessa direção foi lançar o Just, um serviço de crédito para pessoas físicas ofertado dentro da plataforma. Criado em 2016, o Just tem entre suas vantagens uma oferta de crédito a juros mais baixos quando comparado aos bancos comerciais, uma equação que é possível pela "intimidade" que o GuiaBolso tem com o histórico de pagamentos e despesas de seus usuários.
Em resumo, a startup criou um sistema de pontuação de crédito a partir das informações cedidas pelos clientes a partir do app, algo que garante crédito mais barato com instituições financeiras associadas ao serviço. Segundo o próprio GuiaBolso, cerca de 60% dos empréstimos do Just são feitos para trocar dívidas "caras" por juros mais baratos. É uma estratégia para refinanciar dívidas. Nessa troca de taxas, a startup consegue mensurar o quanto o usuário estava pagando de juros e quanto ele consegue poupar. De acordo com a empresa, usuários já conseguiriam poupar o equivalente a R$ 190 milhões desde a criação do Just. Essa ajuda vem em um cenário brasileiro onde o cartão de crédito é a principal dívida das famílias independente da renda, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em fevereiro deste ano, 77% das famílias endividadas disseram que têm contas para pagar no cartão.
Ao mesmo tempo, o serviço de crédito é também uma das formas do GuiaBolso rentabilizar o seu negócio, até então concentradas em comissões pagas por instituições parceiras. Já o aplicativo segue gratuito para o usuário final.
Mas na ambição para se tornar uma central da vida financeira dos clientes, o GuiaBolso terá de expandir sua oferta de produtos e, segundo Azevedo, uma das propostas é, eventualmente, oferecer opções de investimentos mais atrativos ao brasileiro, uma ambição que está no horizonte da startup desde a sua criação. "Quando começamos a entender o usuário, vimos que o empréstimo teria mais impacto na vida dele", explica Azevedo, uma vez que 35% dos novos usuários que entram na plataforma já se encontram "apertados".
As últimas apostas do GuiaBolso parecem ir de encontro às vocações dos grandes bancos. Mas o CTO afasta uma suposta competição. "Eu vejo que os bancos estão no caminho de oferecer produtos que as fintechs também oferecem. As finechs são mais ágeis, porque são mais específicas, atendem um nicho diferente. A gente não compete, a gente se complementa. Eu digo que os bancos são nossos parceiros".
Vida financeira mais palpável
A ideia de que dados só têm valor quando são entendidos ganhou mais corpo na nova versão do GuiaBolso para Android. O redesign tem como objetivo simplificar ainda mais a compreensão dos usuários sobre o orçamento. Paula Crespi, diretora de produtos e marketing do GuiaBolso, explica que a atualização visa ajudar o consumidor a entender melhor seu comportamento até o momento com visões de histórico, e a partir daí, a planejar e acompanhar seus próximos passos.
Na nova versão, o app consegue agora melhor estimar gastos versus a renda dos usuários, permitindo melhor planejamento das finanças. Na anterior, os usuários tinham de planejar todas as categorias para ter visão do total que estavam gastando. Agora é possível quebrar o valor em categorias, além de estimar categorias que tem projeções, como custos fixos, e informar um valor determinado para que ele possa gastar livremente
Outras novidades dizem respeito ao histórico - agora mais completo e visual - e insights a partir da tela inicial. O aplicativo passa a trazer conclusões sobre quanto o usuário conseguirá economizar em um mês se seguir tais estimativas, quanto já economizou da meta, entre outras informações.
“Tais mudanças trazem mais visibilidade aos usuários e permitem que eles tomem ações e decisões mais rapidamente para melhorar as finanças”, avalia Paula. “Todos conseguem ter uma vida financeira mais equilibrada gastando menos do que ganha, e se planejamento proativamente para conseguir economizar cada vez mais”, completa.
A nova versão do GuiaBolso para iOS ainda não tem data de estreia na App Store, mas segundo a startup deve ser lançada em breve.










