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Notícias na Florêncio de Abreu

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De volta ao mercado, NES Classic chega ao Brasil por R$1 mil

Conforme anunciado anteriormente, a Nintendo voltou a
vender a reedição do seu clássico videogame Nintendinho no último dia 29 de junho. Chamado de NES Classic Edition, o novo velho console volta ao mercado após ter sido relançado originalmente no
fim de 2016 e descontinuado alguns meses depois.

Para quem não lembra, essa nova versão menor e atualizada do console dos anos 1980 traz um total de 30 jogos clássicos gravados na memória, incluindo títulos como Castlevania, Donkey Kong, e Mario
Bros – veja a lista completa abaixo.

Além disso, a Nintendo anunciou recentemente que games do Nintendinho do Século XXI ganharão novos recursos de multiplayer como parte do novo serviço on-line de assinatura do Switch, que chega em
setembro.

Brasil

A nova versão do Nintendinho já está disponível no Brasil. Nesta semana, a rede FastShop começou a vender o NES Classic em seu site pelo preço sugerido de 1 mil reais.

• Balloon Fight

• Bubble Bobble

• Castlevania

• Castlevania II: Simons Quest

• Donkey Kong

• Donkey Kong Jr.

• Double Dragon II: The Revenge

• Dr. Mario

• Excitebike

• Final Fantasy

• Galaga

• GhostsN Goblins

• Gradius

• Ice Climber

• Kid Icarus

• Kirbys Adventure

• Mario Bros.

• Mega Man 2

• Metroid

• Ninja Gaiden

• Pac-Man

• Punch-Out!! Featuring Mr. Dream

• StarTropics

• Super C

• Super Mario Bros.

• Super Mario Bros. 2

• Super Mario Bros. 3

• Tecmo Bowl

• The Legend of Zelda

• Zelda II: The Adventure of Link

(Fonte: Da Redação) - 03/07/2018
Comissão do Senado aprova regras para proteção de dados pessoais no Brasil

Proposta pretende criar no Brasil lei geral para proteger dados pessoais na internet; Projeto vai para Plenário em regime de urgência

Um projeto de lei que define regras para a proteção de dados pessoais foi aprovado nesta terça-feira (3) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A proposta segue ainda para análise do
Plenário do Senado em caráter de urgência, o que significa que pode ser votado ainda nesta semana.

Em resumo, o Projeto de Lei nº 53/2018, de autoria do deputado Milton Monti (PR-SP), propõe criar no Brasil uma lei geral para reger dados pessoais de pessoas e empresas na internet, impedindo que
dados sensíveis como nome, telefone, endereço, CPF e estado civil, sejam usados como moeda de troca entre empresas e organizações sem o consentimento explícito do usuário.

O PL conta com 65 artigos, distribuídos em dez capítulos. O texto foi inspirado em linhas específicas do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) que entrou em vigor no dia
25 de maio deste ano. O projeto também prevê a criação de uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Justiça com missão de zelar pela proteção de dados, fiscalizar e aplicar sanções e
atenderia pelo nome de Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Principais pontos

O projeto de lei foi aprovado com 43 emendas do relator da matéria na comissão, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Ferraço rejeitou outras três proposições com origem no Senado que tramitavam em
conjunto: PLS 131/2014, PLS 181/2014 e PLS 330/2013.

O projeto de lei se estenderia a qualquer empresa e órgãos do governo que recolham e processem dados pessoais no Brasil.

Para ter acesso e tratamento aos dados, empresas e instituições precisam do consentimento do titular e devem - obrigatoriamente - excluir os dados após encerramento da relação ou caso não tenha
havido solicitação;

Dados de crianças só poderão ser tratados com o consentimento dos pais ou do responsável legal. Dados ligados a saúde só poderão ser utilizados para a finalidade específica de pesquisa e quando
mantidos em ambientes seguros;

O PL também cobre a extensão de vazamentos de dados - eles deverão ser comunicados imediatamente; Empresas serão responsáveis caso vazem dados de seus bancos ou se suas fornecedoras tiverem suas
bases comprometidas;

Haverá ainda multa de até 4% do faturamento da companhia que descumpra as regras, limitada, no total, a R$ 50 milhões por infração. Empresas terão até um ano e meio para se adaptarem às novas
regras.

PL segue para aprovação

O senador Ricardo Ferraço afastou a ideia de que o projeto possa trazer algum tipo de censura. Trata-se, segundo ele, apenas de um conjunto de normas, limites e consequências para empresas ou
pessoas que "insistem em continuar achando que a internet é um mundo sem regras, onde vale tudo", diz o texto do portal Senado Notícias.

"Procuramos criar regras de equilíbrio para trabalhar a proteção à privacidade mas para não impedir a inovação tecnológica", disse Ferraço.

Além da CAE, a proposta ainda precisa passar por duas comissões: Ciência Tecnologia e Inovação (CCT) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), mas Ferraço acredita ser viável aprovar a matéria em
Plenário antes do recesso parlamentar que se inicia em 18 de julho.



(Fonte: @idgnow Da Redação) - 03/07/2018
O menor computador do mundo faz um grão de arroz parecer gigante

A corrida pelo menor computador do mundo tem novamente a Universidade de Michigan na liderança. A instituição retomou a posição que havia perdido para a IBM ao apresentar um dispositivo menor do que um grão de arroz.

O novo computador da Universidade de Michigan tem 0,04 mm³ e é cerca de dez vezes menor que o criado pela IBM. Ele começou a ser desenvolvido justamente após a empresa apresentar o seu computador minúsculo.

O computador da Universidade de Michigan ao lado de um grão de arroz

O que causou o interesse nos pesquisadores foi a lógica adotada pela companhia para determinar o que pode ou não ser considerado um computador. Ao contrário dos sistemas anteriores, a invenção da IBM não guarda a programação e os dados
quando é desligada.

Os pesquisadores da universidade resolveram desenvolver seu novo computador com base na ideia de que um computador não precisa guardar informações ao ficar sem energia.

“Não estamos certos se eles deveriam ser chamados de computadores ou não. É mais uma questão de opinião se eles têm a funcionalidade mínima exigida”, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica e de informação que liderou o
projeto.

Computador ou não, o dispositivo criado pela Universidade de Michigan pode ter várias finalidades. “Estamos usando o sensor de temperatura para investigar variações dentro de um tumor em relação a um tecido normal e saber se podemos usar
a temperatura para determinar o sucesso ou a falha de uma terapia”, indica Gary Luker, professor de engenharia biomédica que colaborou com o projeto.

O computador também poderá atuar como um sensor de pressão dentro do olho para diagnosticar casos de glaucoma, ajudar em outros estudos sobre o câncer e monitorar reservatórios de óleo, por exemplo.



O computador da Universidade de Michigan ao lado de um grão de arroz

O que causou o interesse nos pesquisadores foi a lógica adotada pela companhia para determinar o que pode ou não ser considerado um computador. Ao contrário dos sistemas anteriores, a invenção da IBM não guarda a programação e os dados
quando é desligada.

Os pesquisadores da universidade resolveram desenvolver seu novo computador com base na ideia de que um computador não precisa guardar informações ao ficar sem energia.

“Não estamos certos se eles deveriam ser chamados de computadores ou não. É mais uma questão de opinião se eles têm a funcionalidade mínima exigida”, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica e de informação que liderou o
projeto.

Computador ou não, o dispositivo criado pela Universidade de Michigan pode ter várias finalidades. “Estamos usando o sensor de temperatura para investigar variações dentro de um tumor em relação a um tecido normal e saber se podemos usar
a temperatura para determinar o sucesso ou a falha de uma terapia”, indica Gary Luker, professor de engenharia biomédica que colaborou com o projeto.

O computador também poderá atuar como um sensor de pressão dentro do olho para diagnosticar casos de glaucoma, ajudar em outros estudos sobre o câncer e monitorar reservatórios de óleo, por exemplo.

A progressão e o impacto das criptomoedas na economia

Criptomoedas são o método de pagamento do futuro. As moedas digitais estão a mudar a forma como as pessoas lidam com negócios e como interagem com dinheiro. Desde a grande explosão da Bitcoin, temos visto cada vez mais criptomoedas a
entrarem no mercado, e consequentemente, a sua popularidade como forma de pagamento tem aumentado drasticamente. Até recentemente, criptomoedas passavam despercebidas para o mercado financeiro, mas com o crucial aumento do valor da
Bitcoin, os olhares ficaram postos nas moedas digitais. Em 2017, a Bitcoin viria a aumentar de valor exponencialmente, chegando ao fim do ano a atingir quase 20 mil dólares por 1 Bitcoin.

A Bitcoin é uma moeda digital que se pode obter através da resolução de pequenos algoritmos na internet (técnica conhecida também como “mining”), ou através de investimentos no mercado de trocas. Com o impressionante aumento do valor da
Bitcoin, mais moedas digitais têm surgido em diversas plataformas como outros métodos para proceder com uma transação online, o que certamente viria a despertar o interesse de diversas indústrias para considerar esta moeda como um
potencial meio de pagamento. Bitcoin, tal como Litecoin, MintChip ou Ripple, tem as suas vantagens, pois como uma moeda digital, não existe nenhuma entidade
governamental que tenha controlo sobre o valor da mesma, no entanto, mesmo apesar das suas transações serem feitas de forma encriptada, existe a possibilidade de uma falha de segurança que lhe pode custar bastante dinheiro, mediante o
valor da moeda digital.

A popularidade das criptomoedas viria a forçar diversos comércios a adaptar os seus métodos de pagamento, de modo a poder aceitar as moedas digitais. Desde então, aplicativos para o smartphones e cartões de débito têm surgido para permitir os consumidores utilizarem as suas criptomoedas em público, mais concretamente, em lojas físicas. Para além disso, bastantes plataformas online começaram também
a aceitar as moedas digitais para carregar créditos em contas online ou para fazer outro tipo de transações pela internet. Com o aumento da popularidade deste dinheiro digital, a imensa procura do consumidor para poder utilizar as suas
criptomoedas viria a chegar ao fim com a introdução de todos estes novos sistemas e métodos para os consumidores poderem realizar verdadeiras transações bancárias.

Se o crescimento atual das moedas digitais como a Bitcoin continuar, é de prever que estas se tornem uma moeda dominante até 2030, no
entanto, algo que pode atrasar e ou até mesmo prevenir que criptomoedas tenham este alcance é devido a uma das suas maiores vantagens: a falta de controlo governamental. A verdade é que o facto de que o valor dessa moeda não é controlada
de nenhuma forma, também tem as suas desvantagens, pois o facto de que o valor da moeda pode oscilar tanto ao longo do tempo, torna a moeda um pouco menos viável para utilização. Por outro lado, outras moedas têm sido criadas desde
então, que têm mantido uma valorização mais regular, similar ao dinheiro real.




(Fonte: protonmail.com - Luiz Cuña) - 25/06/2018
Engenheira sênior da Waymo deixa a empresa para trabalhar na Apple

Faz um tempo que não surgem informações sobre o projeto Titan, popularmente conhecido como "Apple Car", mas o assunto foi retomado recentemente com a notícia de que Jaime Waydo, engenheira sênior
da Waymo, divisão de veículos inteligentes da Google, deixou a empresa para fazer parte da equipe da Apple.


Apple Car
Foto: Canaltech

Conforme informou o site The Information, a ideia é que a empresa da maçã impulsione os seus negócios no setor de carros autônomos para se aproximar de suas principais concorrentes de mercado.

Antes de fazer parte da equipe da Waymo, Waydo atuou como engenheira no Laboratório de Jato Propulsão da NASA. Quando ingressou para a Waymo, ela liderou a integração dos sistemas de integração de
hardware e software nos testes de veículos inteligentes da companhia.

Embora a Apple não esteja comentando muito sobre o projeto Titan, a gigante de Cupertino obteve licenças para testes de veículos inteligentes na Califórnia e publicou algumas pesquisas tendo como
tema central as possibilidades e capacidades de sistemas de direção autônomas.

Além disso, em abril deste ano a Apple divulgou a contratação de John Giannandrea, que liderou a equipe de inteligência artificial da Google, sendo esta mais uma evidência de que a companhia
estaria cada vez mais interessada em carros autônomos.

(Fonte: Eduardo Hayashi) - 18/06/2018
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.