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Notícias na Florêncio de Abreu

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Governo discute criação de linha de crédito para provedores de Internet

Representantes da Abrinc se reuniram com o ministro Giberto Kassab e o presidente do BNDES com o objetivo de estruturar um plano de financiamento

Representantes da Associação da Brasileira de Provedores de Internet e Comunicações (Abrint) se reuniram na quinta-feira, 26, com o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, e o presidente do

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, com o objetivo de estruturar um plano de financiamento para provedores de internet.

"Foi uma reunião de muitos avanços. Há um consenso de que o piso para operações diretas oferecido hoje pelo BNDES é muito alto – a partir de R$ 10 milhões para a linha de capital de giro e R$ 20 milhões para investimentos, montantes

acima do orçamento da maioria dos provedores. Demos o primeiro passo para que esses valores sejam revistos e reduzidos", comenta Basílio Perez, presidente da Abrint.

As entidades estudam alternativas para facilitar o acesso ao crédito a provedores. Além da redução do piso para operações diretas das empresas junto ao BNDES, serão também analisados meios que viabilizem o fundo garantidor e outras

linhas já oferecidas pelos bancos com recursos do BNDES. Nas próximas semanas, a associação produzirá um mapeamento do mercado de provedores e a ideia é que um plano de ação seja formulado dentro de um mês.

"A reunião desta quinta-feira foi fundamental para expor a necessidade de maior acesso ao crédito, tendo em vista a importância de pequenos provedores para a expansão da banda larga no Brasil e a inclusão digital da população. O alto

piso para operações diretas oferecido hoje implica em muitas dificuldades para a grande maioria das empresas, impedindo maiores avanços do setor", conclui Perez.


(Fonte: Da Redação) - 30/10/2017
Brasil e Portugal assinam acordo para ampliar e-commerce entre países

Parceria deve diminuir tempo médio para entrega de encomendas registradas de 40 dias úteis para 12 dias após liberação pela Alfândega.

Brasil e Portugal assinaram nesta sexta-feira, 27/10, um acordo para ampliar o comércio eletrônico entre os dois países, segundo informações da Agência Brasil. O principal objetivo da nova parceria é aumentar a eficiência e a

competitividade dos produtos de correio expresso.

Segundo os Correios do Brasil, uma das mudanças previstas com o novo acordo é a melhoria na qualidade de informação nos fluxos postais, permitindo um rastreamento mais completo que facilita a previsão de entrega das encomendas postadas

principalmente para quem efetua compras e vendas pela Internet.

Na prática, o acordo prevê a migração da carga de e-commerce (compras e vendas feitas pela Internet) que, em sua maior parte chega ao Brasil pelos serviços Registrado e Simples (sem registro), para uma plataforma mais qualificada,

atendendo às condições de recebimento do Novo Modelo de Importação, como o envio de informações eletrônicas, por exemplo.

Até então, as encomendas registradas postadas entre Brasil e Portugal levavam em média 40 dias úteis para ser entregues após a liberação pela Alfândega. Com o novo acordo, a previsão é que esse prazo caia para 12 dias úteis, em média.



(Fonte: Da Redação) - 30/10/2017
Google afirma que 64% do tráfego do Android está protegido com o HTTPS

Com o intuito de tornar a navegação web mais segura e confiável, a Google prometeu que passaria a sinalizar sites que utilizam conexões HTTP inseguras no Chrome. Desde então, parece que a iniciativa está rendendo bons frutos, conforme um relatório publicado pela própria gigante das buscas.

Nele, a companhia informa que 64% de todo o tráfego do Google Chrome no Android está protegido com o protocolo HTTPS, o que representa um aumento considerável de 42% em comparação com os números registrados em 2016.

Outra informação relevante é a de que as conexões seguras no macOS e no Chrome OS chegaram a 75%, ante aos 60%, no macOS, e 67%, no Chrome OS; e a 66% no Windows, de 51%, na comparação anual.

Ainda de acordo com os dados divulgados, 71 dos 100 melhores sites agora utilizam o HTTPS por padrão, algo que representa um aumento de 37% se comparado com o ano passado.

No Brasil, as conexões seguras subiram de 50% para 55%; no Japão, de 31% para 55%; já nos EUA, a utilização do HTTPS no Chrome subiu de 59% para 73%.

Apesar de os resultados virem da Google, ela não é a única que empresa que está se esforçando para que a web seja mais segura. Outras gigantes como a Apple e o Facebook também criaram novos critérios para que os desenvolvedores implementem conexões HTTPS nos aplicativos e nos conteúdos online na rede social.



Chrome segurança HTTPS

Foto: Canaltech


(Fonte: Canaltech) - 24/10/2017
Com novo recorde, valor de mercado do bitcoin chega a US$ 100 bilhões

Um único bitcoin chegou a valer US$ 6 mil na última sexta-feira. Criptomoeda valorizou 500% apenas neste ano

Na última sexta-feira (20), um único bitcoin atingiu seu valor recorde de mais de US$ 6.000, empurrando seu valor de mercado para aproximadamente US$ 100 bilhões. A comparação é que se o bitcoin fosse uma empresa, ela seria a 73ª maior por valor de mercado. Para se ter uma ideia, a tradicional companhia American Express vale cerca de US$ 82 bilhões na Dow Jones.

A moeda virtual valorizou mais de 500% só neste ano, o que é mais do que qualquer outra classe de ativos negociáveis. No entanto, uma das principais características da criptomoeda é sua alta volatilidade, tendo registrado ganhos e perdas até 26% em um dia. Nesta segunda-feira (23), um bitcoin é negociado a US$ 5.752, de acordo com a plataforma CoinDesk.

A primeira moeda criptografada tem sido encarada como uma forma de investimento ou ainda usada como base para aplicações de blockchain, a tecnologia que sustenta a moeda em questão. A disponibilidade da moeda também é escassa, isso porque não se espera que o número de bitcoins minerados supere os 21 milhões.

O último recorde da moeda levou muitos veículos da imprensa chamarem atenção para a fortuna de Satoshi Nakamoto, o pseudônimo para o criador da bitcoin.

Segundo o site Quartz, Satoshi detém cerca de 980 mil bitcoins, o que poderia lhe render aproximadamente 5,8 bilhões de dólares e colocá-lo na posição de 247ª pessoa mais rica da lista da Forbes.

Estima-se que Satoshi possua cerca de 5,89% de todos os bitcoins do mundo. Até então, há mais de de 16,6 milhões de bitcoins em circulação.


(Fonte: @idgnow Da Redação) - 24/10/2017
Morre o brasileiro que inventou o identificador de chamadas

Nem todo mundo sabe que o Bina, que identifica o número do telefone de quem está ligando, foi inventado pelo engenheiro brasileiro Nélio José Nicolai, que morreu na semana passada aos 77 anos de idade.

O engenheiro estava em processo de recuperação de um AVC sofrido havia cinco meses, mas, nos últimos dias, apresentou complicações pulmonares, o que o levou a óbito na última sexta-feira (13). De acordo com sua filha, ele "teve

oportunidades de sair do país, mas dizia que queria lutar pelo Brasil, para trazer as invenções e benefícios ao país". Ela também contou que seu pai tinha várias outras invenções, como, por exemplo, o sistema que envia um alerta para o

celular sempre que nós fazemos uma compra com o cartão de crédito.

Contudo, ainda que tenha sido o autor dessas e outras invenções grandiosas, Nicolai não desfrutou de ganhos financeiros por conta delas. Ele enfrentava uma batalha judicial pelo reconhecimento dos direitos de uso do Bina havia mais de 15

anos, mas, em 1997, recebeu do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a patente do Bina. Ainda assim, precisou entrar na Justiça para que as empresas telefônicas reconhecessem seus direitos autorais - o que o tornaria

milionário se tivesse vivido o suficiente até que a decisão da Justiça fosse tomada a seu favor.



Nélio José Nicolai
Foto: Canaltech

(Fonte: Canaltech) - 16/10/2017
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.