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Pele eletrônica equipada com sensores se regenera quando rasgada

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, criaram uma pele eletrônica capaz de se regenerar por conta própria quando rasgada. O estudo foi publicado na revista Sciences Advances, descrevendo o filme extremamente fino equipado com sensores capazes de medir pressão, temperatura, umidade e fluxo do ar.



pele eletrônica

Foto: Jianliang Xiao / Canaltech

Feita com três compostos misturados em uma matriz e encadernados com nanopartículas de prata, a pele eletrônica consegue recriar ligações entre os produtos químicos entre os dois lados, juntando-se novamente. E se o rasgo for muito grande, a pele pode ser embebida em uma solução específica para que seus materiais sejam reutilizados, permitindo a criação de uma nova e-skin. Essa pele pode, um dia, ser utilizada em próteses, além de robôs e tecidos inteligentes.

Essa não é a primeira pele eletrônica já criada. No Japão, pesquisadores conseguiram transformar uma camiseta em um controlador de movimentos de videogame, por exemplo, mas essa nova pele eletrônica é particularmente interessante justamente por ser reciclável. De acordo com Jianliang Xiao, professor-assistente de engenharia mecânica da Universidade, "queremos tornar os produtos eletrônicos compatíveis com o meio-ambiente".

Segundo os criadores do produto, o processo de reciclagem da pele leva cerca de 30 minutos a 60 graus Celsius, ou 10 horas na temperatura ambiente. A cicatrização, contudo, acontece ainda mais rapidamente, sendo necessária apenas meia hora para que a pele se regenere na temperatura ambiente, ou alguns minutos a 60ºC.

Mas, por mais promissora que a invenção pareça, ela ainda não é perfeita para ser comercializada. É que ela não é tão elástica quanto a pele humana, apesar de ser macia, mas a equipe de pesquisadores segue trabalhando para tornar o dispositivo mais escalável a ponto de ser empregado em próteses para pessoas que tiveram membros amputados.

(Fonte: Redação - Canaltech) - 13/02/2018
Governo dos EUA planeja privatizar a Estação Espacial

A Casa Branca espera privatizar a Estação Espacial Internacional (ISS) nos próximos anos, até 2025, segundo nota publicada no Washington Post no último domingo (11). O plano do dos Estados Unidos é acabar com os custos do caro financiamento fornecido à ISS até 2025.

Apesar de o governo norteamericano pretender acabar com o apoio federal para a Estação Espacial Internacional, que recebe de US$ 3 a US$ bilhões por ano para a sua manutenção, a indústria deve continuar operando seus projetos como parte de uma futura plataforma comercial, aponta o Washington Post.

A administração de Donald Trump deve ainda pedir um orçamento de US$ 150 milhões para serem gastos na ISS no ano fiscal de 2019, e ainda mais para os próximos anos. O objetivo será "permitir o desenvolvimento e amadurecimento de entidades comerciais e as capacidades que devem garantir que os sucessores comerciais da ISS estejam operacionais quando necessários", diz a nota.

Antes de concluir a privatização, o governo dos EUA planeja ainda pedir dados de análise de mercado e planos de desenvolvimento.

(Fonte: Redação - Canaltech) - 13/02/2018
Nasa publica impressionante vídeo panorâmico de Marte

As imagens capturadas pelo rover Curiosity na superfície do Planeta Vermelho permitiram à agência espacial NASA criar uma incrível vista panorâmica da paisagem marciana surpreendentemente semelhante à da Terra.

Uma das câmaras a bordo do rover, que aterrou em Marte em 2012, capturou 16 imagens separadas que mostram vários pontos de seu percurso, vistos do topo do cume Vera Rubin, que foram unidas para formar uma imagem panorâmica.

De uma altura de 327 metros se observa a cratera que tem entre 3.500 e 3.800 milhões de anos de idade e cobre uma área de 154 quilómetros de diâmetro.

Devido a uma atmosfera extremamente rarefeita do planeta, no fundo da paisagem impressionante se vê uma montanha que está a mais de 80 quilômetros de distância.

Graças aos engenhosos efeitos visuais que dão ao panorama um tom azul, em vez do vermelho oxidado normalmente associado com Marte, a paisagem adquiriu um aspecto estranhamente comum para os olhos terrestres.

Além de unir todas as fotos para criar o vídeo, a NASA também ajustou seu balanço de brancos para que as rochas e a superfície plana do interior da cratera tivessem a mesma cor que em condições de luz diurna na Terra.


(Fonte: Agência ANSA) - 05/02/2018
Japão lança menor foguete espacial do mundo

Lançamento acontece após tentativa fracassada em 2017

A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) lançou neste sábado (3) o menor foguete do mundo com capacidade para colocar em órbita um micro-satélite, após uma tentativa fracassada realizada no ano passado.

O lançamento do foguete, que tem 52 centímetros de diâmetro e 10 de altura, aconteceu às 14h03 (horário local), a partir do Centro Espacial de Uchinoura, na província de Kagoshima, e foi transmitido ao vivo pela JAXA por meio de seu canal no YouTube.

A nave tem três estágios e foi desenvolvida pela Universidade de Tóquio. Durante o lançamento, ela transportava um micro-satélite de três quilos destinado a obter imagens da superfície terrestre.

O objetivo do projeto é verificar a capacidade da agência para lançar foguetes de baixo custo que permitam colocar em órbita micro-satélites a preços reduzidos.

(Fonte: Agência ANSA) - 05/02/2018
Saiba como a NASA planeja retomar a exploração da Lua em 2019

Em dezembro do ano passado, o presidente Donald Trump autorizou a NASA a enviar uma nova missão à Lua, depois de décadas em que nosso satélite natural foi deixado de lado na exploração espacial. E a agência já vem testando rigorosamente a cápsula Orion, sendo que a missão pode ser lançada já no ano que vem.

Se tudo ocorrer dentro do planejado, a Orion servirá como base para a criação de futuras naves espaciais que levarão seres humanos para outros destinos no espaço, podendo ser usada, também, na missão que levará o homem à Marte.

Na década de 1970, quando a NASA lançou as missões Apollo em direção à Lua, a agência usou o ônibus espacial para o transporte, mas esse programa foi encerrado em 2011. Desde então, astronautas norte-americanos que são enviados à Estação Espacial Internacional contam com foguetes russos e de empresas privadas, como a SpaceX, por exemplo, e a Boeing também está desenvolvendo sua própria cápsula de transporte.

Mas, até que a Orion tenha sua construção finalizada, ainda não existe uma cápsula de transporte para levar astronautas à Lua. Ela contará com o foguete Space Launch System, que também está em fase de desenvolvimento e testes no momento, mesmo com seus altos custos de produção e atrasos no cronograma. Mas, quando finalizado, o foguete será mais poderoso do que os construídos pela concorrência, incluindo o Falcon Heavy da SpaceX.

Detalhes sobre a Orion



Concepção artística da nave Orion (Reprodução: NASA)

Foto: Canaltech

A nave Orion foi projetada com um escudo térmico capaz de suportar temperaturas de até quase 3 mil graus Celsius. E, na hora de descer ao planeta Terra após a missão lunar, a cápsula lançará pára-quedas para amenizar sua reentrada. Os astronautas serão despejados o mar, e mergulhadores da Marinha dos EUA criarão uma plataforma flutuante para recuperar os astronautas na água. Então, um guincho puxará a Orion para o convés do navio, para que ela possa ser reutilizada.

Neste momento, a NASA testa os processos de recuperação da Orion, usando um modelo com mesmo tamanho, formato e peso para tal. Equipamentos de apoio ao solo, escudo térmico, sistemas de pára-quedas, hardware e software também estão sendo testados.

A primeira missão da Orion

Dezembro de 2019 é o mês em que está previsto o lançamento da Orion em sua primeira missão, chamada Exploration Mission 1. A cápsula voará pela Lua e retornará à Terra depois de três semanas. No futuro, a Orion pode ser usada para ajudar astronautas a construir uma nova Estação Espacial, chamada Deep Space Gateway.


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Imagem mostra o percurso da Orion desde o lançamento, durante os voos ao redor da Lua, até seu retorno (Reprodução: NASA)

Foto: Canaltech

Mas a Orion também pode ser usada na missão da NASA que explorará Marte mais a fundo, o que pode não acontecer até a década de 2030. Sendo assim, o sucesso da primeira missão da Orion na Lua é essencial para futuras missões espaciais da NASA, não contando apenas com empresas privadas para a produção de equipamentos.

E, uma vez que essa primeira missão da Orion não será tripulada, ela servirá como base de testes quanto aos limites da nave, garantindo, ainda, que seus sistemas de comunicação funcionem devidamente. No futuro, a NASA pretende criar um ambiente a vácuo com temperaturas extremamente frias, simulando o espaço, para novos testes, a fim de enviar uma missão tripulada usando a mesma nave.

(Fonte: Redação) - 30/01/2018
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.