Chamado de DinDin, aplicativo já está disponível para aparelhos iOS e Android e cobra taxa de 3,9% para transferências pelo cartão de crédito.
Um novo aplicativo brasileiro promete facilitar a vida dos usuários na hora de transferir dinheiro entre os amigos, familiares e demais contatos. Com o simpático nome DinDin, o app traz como diferencial a possibilidade de criar grupos
fixos para facilitar na hora de fazer os pagamentos, seja para pagar o aluguel do campo do futebol semanal, do pôquer de todo domingo ou ainda de uma viagem ou festa de final de ano.
Já disponível para aparelhos iOS e Android, o DinDin cobra uma taxa de 3,9% para as transferências feitas via cartão de crédito - segundo a empresa, os bancos brasileiros ainda não estão preparados para receber a função de transferência
via débito pelo app.
A boa notícia é que não há taxa para transferir o dinheiro que você tiver acumulado no próprio aplicativo a partir de pagamentos recebidos. Com isso, o DinDin quer estimular um uso cada vez maior do serviço, além de fazer com que os
usuários sempre mantenham algum dinheiro no aplicativo para evitar a taxa de 3,9% citada acima. “A gente quer mesmo que as pessoas usem o aplicativo”, afirma a CEO e cofundador da fintech, Stéphanie Fleury Rassi.
Também não há nenhuma taxa para fazer a transferência do dinheiro recebido pelo DinDin para a sua conta no banco. De acordo com a empresa, o processo pode levar até dois dias úteis, mas a meta é conseguir baixar esse prazo para um dia
útil no futuro.
Inicialmente, os usuários possuem um limite de 500 reais por transação, sendo que podem enviar até 2 mil reais por mês em pagamentos pelo aplicativo. Mas, de acordo com a empresa, é possível aumentar esses valores. Para isso, é preciso
entrar em contato com o app, que irá então analisar cada caso.
Vale notar que as transferência ocorrem de forma instantânea e precisam ser autenticadas pelo usuário com uma senha ou por meio de reconhecimento da impressão digital, caso o smartphone possua suporte para isso.
Rede social de pagamentos
De olho nos millennials, que o DinDin vê como um público alvo com potencial alto, o aplicativo também funciona como uma rede social de pagamentos, possuindo até mesmo um “feed de pagamento”, que mostra as transações públicas dos
usuários.
Mas para quem, assim como eu, prefere não ficar mostrando essas informações por aí, é preciso definir as suas transações como privadas ou ainda escolher compartilhar apenas com os seus amigos no app.

Empresa criou app que fornece informações sobre atividades de políticos. Nova versão permitirá acompanhar projetos municipais e das câmaras de todo o país.
A partir de agora os eleitores poderão controlar os gastos com obras de infraestrutura, votação de leis nas câmaras legislativas, o direcionamento dos investimentos e o repasse de verbas federais para as prefeituras, entre outras ações,
tudo através de um aplicativo que fornece informações sobre as atividades de políticos. Trata-se do Govern, ferramenta desenvolvida pela startup brasileira Leapps, que oferece soluções de big data, cloud e mobile para clientes de
diferentes segmentos.
Desde sua criação, há apenas sei meses, a empresa saiu em busca de oportunidades de negócios para nichos diversos, desde a área da saúde a política, e acabou desenvolvendo a ferramenta que conecta a população aos políticos. Por meio dela
é possível descobrir, por exemplo, qual o valor do repasse da União para uma determinada escola da rede pública municipal.
Em sua primeira versão, nas eleições municipais de outubro deste ano, o app forneceu aos eleitores informações sobre os planos de governo e bens declarados dos candidatos. O “Mural do Político” serviu para que as pessoas fizessem
sugestões de melhorias e a “Pesquisa de Satisfação” foi fundamental para que as pessoas avaliassem as propostas dos candidatos.
O projeto Govern foi desenvolvido pelo time comandado porRaphael Fenelon, gerente de produtos e sócio fundador da Leapps. Com apenas 26 anos, mas muita experiência com tecnologia e uma passagem pelo instituto de pesquisas Ibope, Raphael
viu no trabalho com estudos e amostragens, potencial para oferecer um serviço mobile de pesquisa que conseguisse abranger toda a população brasileira. O know-how adquirido serviu para dar uma característica única ao aplicativo que foi
fornecer dados de todos os pleitos durantes as últimas eleições, diferentemente de outros sistemas oficiais que concentraram informações só nas grandes regiões metropolitanas.
“O Govern nasceu da ideia de levar conhecimento sobre política. Mas a proposta é que no futuro o aplicativo se torne uma ferramenta da população para que suas reivindicações sejam absorvidas de forma efetiva pelos poderes executivo e
legislativo”, afirma Fenelon. O executivo explica que o produto dará retorno financeiro a partir da comercialização de informações geradas pela plataforma para candidatos, políticos eleitos, municípios e empresas de marketing político.
Mas ele ressalta que desde a construção do projeto, o app tem perfil apartidário e assim permanecerá.
Além do trabalho no Ibope, Fenelon foi diretor de inovação e marketing da Digisystem, empresa de tecnologia com 25 anos de tradição no mercado e que possui em seu portfólio soluções para área da educação como a ferramenta Educa 360, que
possibilita que as instituições de ensino reduzam 30% de seus custos a partir de uma gestão apoiada pela tecnologia.
A Leapps irá disponibilizar no início de 2017, uma nova versão do Govern e a atualização trará informações diárias de tudo que acontece nas capitais brasileiras. Além disso, para o ano que vem, a empresa irá lançar um aplicativo com o
mesmo conceito de big data voltado para área da saúde.

Pesquisadores na China aplicaram rede neural de reconhecimento facial para distinguir criminosos de pessoas inocentes
Pesquisadores da Universidade Jiao Tong Shanghai desenvolveram uma rede neural de reconhecimento facial que conseguiu identificar criminosos ao simplesmente olhar para seus rostos.
Para isso, Xiaolin Wu e Xi Zhang usaram algoritmos de visão computacional para examinar uma série de fotos dos rostos de criminosos e não criminosos com o objetivo de descobrir se a rede neural era confiável ou não. As informações são do MIT Technology review.
O trabalho envolveu alimentar a rede neural com um total de 1856 fotos de documentos com fotos de homens com as idades entre 18 e 56 anos. Metade deles apresentava um passado de crimes. Os pesquisadores então usaram apenas 90% das fotos para treinar a IA para reconhecer as diferenças entre dois grupos e usaram os 10% remanescentes para testes.
Segundo os pesquisadores, o resultado foi impressionante tendo em vista que a tecnologia conseguiu taxa de 89,5% de acerto.
A publicação do MIT observa que há três traços faciais que definem a rede neural incorporada para fazer suas classificações e que em comparação com não-criminosos, criminosos tendem a exibir uma variação muito maior entre os traços faciais.
“Em outras palavras, os rostos de pessoas inocentes possuem um maior grau de semelhança comparados com os rostos de criminosos ou criminosos possuem um grau maior de dessemelhança do que pessoas normais”, explicaram Xiaolin e Xi.
Trata-se de um resultado controverso. Se psicólogos estão certos em sugerir que humanos conseguem distinguir criminosos de não criminosos, máquinas deveriam ser capazes disso também, ainda mais quando redes neurais são modeladas para reproduzirem o cérebro humano.
Vale ainda ressaltar que há ainda muitas questões em relação aos parâmetros usados no estudo que podem se mostrar equivocados.
A amostra fotográfica que alimentou a rede neural é limitada, em termos de quantidade e qualidade das imagens e assumir que pessoas com certas características faciais estariam mais propensas a cometerem crimes é uma afirmação que gera questões éticas.
Ataque de ransomware realizado no final de semana fez com que máquinas de pagamento ficassem fora do ar e impediu cobrança de passageiros em estações.
O sistema de transporte público Muni (Municipal Railway), de San Francisco, nos EUA, foi alvo de um ataque de ransomware no final de semana, de acordo com jornais locais como o Examiner.
Segundo a publicação, o ataque iniciado na sexta-feira, 25/11, fez com que uma mensagem com os dizeres “You Hacked, ALL Data Encrypted” fosse exibida em diversas telas de computador de estações do Muni na cidade da Califórnia. A mensagem ainda pedia para que o usuário “cryptom27”, no yandex.com, fosse contactado para desbloquear os dados.
Além disso, as máquinas de pagamento nas estações do Muni também mostravam uma mensagem, mas dizendo que estavam “Fora de Serviço”. Por não poder cobrar os passageiros, o sistema estava permitindo viagens gratuitas em seu sistema de trens leves, aponta o Examiner.
Acredita-se que o ransomware em questão é uma variante do HDDCryptor, que utiliza ferramentas comerciais para criptografar HDs e fatias de redes, segundo o blog especializado em segurança Salted Hash, da CSO dos EUA. Em setembro, a empresa de segurança Trend Micro afirmou que o malware é uma ameaça tanto para os consumidores quanto para as empresas.
No domingo, 27/11, o jornal San Francisco Examiner informou que os sistemas de computação do sistema de transportes foram restaurados após o ataque. A publicação afirmou ainda que uma pessoa que teria espalhado o ransomware estaria pedindo 73 mil dólares da prefeitura da cidade para destravar os dados.
Ainda não está claro se o sistema de transporte realmente pagou esse valor ou tomou outras medidas para desbloquear seus dados.
Até o fechamento da reportagem, não tinha sido possível contatar o Departamento Municipal de Transportes de San Francisco para comentar o assunto.
O aprendizado de máquina ajudará o serviço a encontrar a trilha sonora certa para a sua localização, clima e atividade
O Google decidiu recorrer ao aprendizado de máquina para tornar o Google Play Música ainda mais inteligente e prestativo. Agora o serviço Agora, vai poder combinar as preferências do usuário com dados como a sua localização, atividade e clima para sugestão de playlists adequadas para o momento.
Ao ativar o recurso, o usuário passará a ter sugestão de músicas para relaxar, quando chegar em casa, para malhar, quando entrar na academia, para concentração, quando estiver na biblioteca. O serviço aprenderá com as preferências e os hábitos do usuário para aumentar a precisão das sugestões.
A nova experiência começa a valer a partir de hoje, em 62 países onde o serviço está disponível, incluindo o Brasil, para dispositivos Android e iOS e também para a interface web.
No Brasil, o Google oferece o serviço ilimitado de streaming do Google Play Música por R$14,90 ao mês. Em fevereiro de 2016, chegou ao Brasil o Plano Família do Google Play Música, que permite que até seis pessoas (não precisam ser só familiares) tenham acesso ao serviço de streaming por apenas R$ 22,90 ao mês (menos de R$ 4,00 por mês, por pessoa).










