Encerram no próximo dia 5 de julho as inscrições para o programa de seleção que vai escolher os três finalistas.
Startups brasileiras que possuem projetos na área B2G (Business to Government), ou seja, focados no uso da tecnologia para gestão pública, têm até o dia 5 de julho para se inscrever no programa de seleção da BrazilLAB (
href="https://www.brazillab.org.br/" target="_blank"> www.brazillab.org.br), iniciativa que seleciona soluções que podem contribuir com desafios da administração pública.
Este ano o Lab está convocando fintechs para pensarem em soluções relacionadas ao drama do equilíbrio das contas municipais, além de startups nas áreas de comunicação e agricultura urbana. O programa Brazil LAB de aceleração procura por
empreendedores interessados em construírem estratégias B2G. Ao final do programa, os três finalistas receberão o investimento de R$ 50 mil e o primeiro lugar ganhará um curso de duas semanas no Vale do Silício na Draper University. O
programa também dará todo apoio na aproximação dos empreendedores com o poder público para a implantação dos projetos nos municípios.
O BrazilLAB é um hub de inovação, apartidário e sem fins lucrativos que tem como objetivo estimular inovação no setor público. O programa conta com o patrocínio de diferentes organizações como o Bank of America Merrill Lynch, E.Bricks
Digital, Fundação BRAVA e Instituto Betty e Jacob Lafer. Entre os parceiros estão o CLP, a Endeavor, Associação Brasileira de Fintechs, Comunitas, Start-Up Chile e Microsoft, que oferecem aos participantes mentoria especializada,
workshops, networking, visitas em campo e participação em rodada com investidores.
Na última edição, foram mais de 600 projetos inscritos, sendo 11 selecionados para participarem do laboratório. Nessa edição, as mentorias acontecerão entre os meses de agosto e novembro no Campus São Paulo, na região da Avenida
Paulista, em São Paulo. As inscrições para o BrazilLAB vão até 5 de julho e podem ser feitas pelo site www.brazillab.org.br

Ter acesso aos insights gerados pela análise de Big Data é mais fácil com a dobradinha BigQuery e Data Studio
As empresas estão sendo inundadas com dados em todas as direções. Mas, nem sempre, os insights resultantes de tanta coleta e análise são facilmente percebidos e usados pelas áreas de negócio. Tecnologias de visualização de dados podem
simplificar e acelerar essas tarefas.
Em um momento em que a descoberta de dados e a análise e a apresentação de recursos são mais vitais do que nunca, a Google Cloud incluiu em suas ofertas de nuvem duas ferramentas capazes de facilitar as consultas feitas aos sistemas de
BI e a produção de relatórios: a BigQuery e o Google Data Studio.
A Google acredita que na medida em que a tecnologia se aperfeiçoa, e as visualizações em tempo real se tornam mais interativas e acessíveis, os usuários são capazes de explorar mais facilmente os dados em tempo real e de reagir melhor e
mais rápido aos insights gerados.
BigQuery
A primeira coisa que você precisa fazer quando trabalha com dados é ter certeza de que você os tem! O BigQuery o ajuda nesta tarefa.
Em poucas palavras, ele é o serviço de Data Warehouse na nuvem do Google para análises de BigData. O principal objetivo é ajudar as organizações a analisar seus dados sem a necessidade de construir a infraestrutura. Basta usar a do
Google para armazenamento e processamento de grandes volumes de dados, e integrações com diversas ferramentas de BI (Tableau, QlikView, Bime) e aplicações Google (Google Apps Script, Google Analytics). E, assim, analisar petabytes de
dados, rapidamente, com toda a segurança.
Com o BigQuery você pode criar aplicativos e compartilhar dados, todos como um serviço. E para facilitar a construção de painéis de BI em cima de Big data, a plataforma da Google Cloud oferece a combinação do Google BigQuery com o Google
Data Studio. É possível usar ferramentas de visualização para ajudar a identificar tendências, responder a elas e fazer previsões usando seus dados.
Data Studio
Segundo a própria Google, o Data Studio é uma ferramenta que se integra a diversas fontes de dados - como o Analytics, Adwords e basicamente qualquer dado que você insira em aplicações G Suite, por exemplo - e os transforma em relatórios
customizáveis, fáceis de entender e atualizados em tempo real. O conceito é simples: facilitar a conexão com diferentes fontes de dados e criar relatórios visualmente atraentes e dinâmicos.
Além disso, o Data Studio oferece alguns controles que você pode adicionar aos seus relatórios, como o Date Picker, que permite aos usuários ajustar o período de tempo e atualizar o relatório da forma que desejarem. Ou como o Controle de
filtro, que permite adicionar uma tabela ao seu relatório para se concentrar em uma dimensão específica.
A ideia é tornar os relatórios mais dinâmicos. Quando há uma atualização para a fonte de dados, por exemplo, as informações atualizadas/novas são exibidas automaticamente em qualquer relatório que faça referência à fonte. Além disso, os
relatórios são compartilháveis, para que você possa conceder permissão às pessoas para visualizar os relatórios e / ou permitir que eles façam alterações.
É importante notar que, quando você compartilha um relatório ou fonte de dados com uma pessoa, o acesso será dado sem relação sobre se a pessoa tem acesso aos dados no Google Analytics, planilhas, BigQuery, etc. Isto significa que é
extremamente importante garantir que os dados possam ser compartilhados com as pessoas certas.
Saiba mais sobre o BigQuery no site da Google Cloud.
Ter acesso aos insights gerados pela análise de Big Data é mais fácil com a dobradinha BigQuery e Data Studio
As empresas estão sendo inundadas com dados em todas as direções. Mas, nem sempre, os insights resultantes de tanta coleta e análise são facilmente percebidos e usados pelas áreas de negócio. Tecnologias de visualização de dados podem
simplificar e acelerar essas tarefas.
Em um momento em que a descoberta de dados e a análise e a apresentação de recursos são mais vitais do que nunca, a Google Cloud incluiu em suas ofertas de nuvem duas ferramentas capazes de facilitar as consultas feitas aos sistemas de
BI e a produção de relatórios: a BigQuery e o Google Data Studio.
A Google acredita que na medida em que a tecnologia se aperfeiçoa, e as visualizações em tempo real se tornam mais interativas e acessíveis, os usuários são capazes de explorar mais facilmente os dados em tempo real e de reagir melhor e
mais rápido aos insights gerados.
BigQuery
A primeira coisa que você precisa fazer quando trabalha com dados é ter certeza de que você os tem! O BigQuery o ajuda nesta tarefa.
Em poucas palavras, ele é o serviço de Data Warehouse na nuvem do Google para análises de BigData. O principal objetivo é ajudar as organizações a analisar seus dados sem a necessidade de construir a infraestrutura. Basta usar a do
Google para armazenamento e processamento de grandes volumes de dados, e integrações com diversas ferramentas de BI (Tableau, QlikView, Bime) e aplicações Google (Google Apps Script, Google Analytics). E, assim, analisar petabytes de
dados, rapidamente, com toda a segurança.
Com o BigQuery você pode criar aplicativos e compartilhar dados, todos como um serviço. E para facilitar a construção de painéis de BI em cima de Big data, a plataforma da Google Cloud oferece a combinação do Google BigQuery com o Google
Data Studio. É possível usar ferramentas de visualização para ajudar a identificar tendências, responder a elas e fazer previsões usando seus dados.
Data Studio
Segundo a própria Google, o Data Studio é uma ferramenta que se integra a diversas fontes de dados - como o Analytics, Adwords e basicamente qualquer dado que você insira em aplicações G Suite, por exemplo - e os transforma em relatórios
customizáveis, fáceis de entender e atualizados em tempo real. O conceito é simples: facilitar a conexão com diferentes fontes de dados e criar relatórios visualmente atraentes e dinâmicos.
Além disso, o Data Studio oferece alguns controles que você pode adicionar aos seus relatórios, como o Date Picker, que permite aos usuários ajustar o período de tempo e atualizar o relatório da forma que desejarem. Ou como o Controle de
filtro, que permite adicionar uma tabela ao seu relatório para se concentrar em uma dimensão específica.
A ideia é tornar os relatórios mais dinâmicos. Quando há uma atualização para a fonte de dados, por exemplo, as informações atualizadas/novas são exibidas automaticamente em qualquer relatório que faça referência à fonte. Além disso, os
relatórios são compartilháveis, para que você possa conceder permissão às pessoas para visualizar os relatórios e / ou permitir que eles façam alterações.
É importante notar que, quando você compartilha um relatório ou fonte de dados com uma pessoa, o acesso será dado sem relação sobre se a pessoa tem acesso aos dados no Google Analytics, planilhas, BigQuery, etc. Isto significa que é
extremamente importante garantir que os dados possam ser compartilhados com as pessoas certas.
Saiba mais sobre o BigQuery no site da Google Cloud.

Encerram no próximo dia 5 de julho as inscrições para o programa de seleção que vai escolher os três finalistas.
Startups brasileiras que possuem projetos na área B2G (Business to Government), ou seja, focados no uso da tecnologia para gestão pública, têm até o dia 5 de julho para se inscrever no programa de seleção da BrazilLAB (
href="https://www.brazillab.org.br/" target="_blank"> www.brazillab.org.br), iniciativa que seleciona soluções que podem contribuir com desafios da administração pública.
Este ano o Lab está convocando fintechs para pensarem em soluções relacionadas ao drama do equilíbrio das contas municipais, além de startups nas áreas de comunicação e agricultura urbana. O programa Brazil LAB de aceleração procura por
empreendedores interessados em construírem estratégias B2G. Ao final do programa, os três finalistas receberão o investimento de R$ 50 mil e o primeiro lugar ganhará um curso de duas semanas no Vale do Silício na Draper University. O
programa também dará todo apoio na aproximação dos empreendedores com o poder público para a implantação dos projetos nos municípios.
O BrazilLAB é um hub de inovação, apartidário e sem fins lucrativos que tem como objetivo estimular inovação no setor público. O programa conta com o patrocínio de diferentes organizações como o Bank of America Merrill Lynch, E.Bricks
Digital, Fundação BRAVA e Instituto Betty e Jacob Lafer. Entre os parceiros estão o CLP, a Endeavor, Associação Brasileira de Fintechs, Comunitas, Start-Up Chile e Microsoft, que oferecem aos participantes mentoria especializada,
workshops, networking, visitas em campo e participação em rodada com investidores.
Na última edição, foram mais de 600 projetos inscritos, sendo 11 selecionados para participarem do laboratório. Nessa edição, as mentorias acontecerão entre os meses de agosto e novembro no Campus São Paulo, na região da Avenida
Paulista, em São Paulo. As inscrições para o BrazilLAB vão até 5 de julho e podem ser feitas pelo site www.brazillab.org.br
Inscrições vão até o dia 3 de julho. Iniciativa da ACATE promove conexão entre startups e grandes empresas
Startups e empreendedores de todo o Brasil podem se candidatar para o novo programa de inovação aberta Link Lab, promovido pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE). As inscrições vão até o dia 3 de julho e
href="http://linklab.acate.com.br/" target="_blank"> podem ser feitas no site.
A iniciativa busca startups que desenvolvam soluções em diferentes áreas, que vão desde saúde e bem-estar à inteligência artificial e blockchain.
Para participarem do programa, empreendedores deverão ter disponibilidade para residir em Florianópolis (SC), além de apresentarem solução alinhada às áreas de interesse das patrocinadoras do Link Lab, que incluem a Ambev, Marisol,
Qualirede e Teltec Solutions. A Nexxera atua como patrocinadora cofundadora da iniciativa.
Os selecionados dividirão um escritório compartilhado e oito salas privativas no Centro de Inovação ACATE - Primavera. Serão aproximadamente quatro meses de convivência no Link Lab, sob mentoria de grandes empresas, parceiros e
especialistas.
“O nosso objetivo com o programa é alavancar o modelo de negócio das startups participantes a partir das orientações e convívio com grandes empresas, para que elas possam ser reconhecidas no mercado”, explica Silvio Kotujansky, vice-
presidente de Mercado da ACATE e responsável pelo Link Lab.
As startups participantes também serão associadas à ACATE, tendo acesso a dezenas de benefícios ofertados pela entidade. Além disso, contarão com workshops com parceiros selecionados em áreas como jurídica, contábil, marketing digital,
comunicação, estratégia, e terão créditos e descontos no acesso a soluções empresariais, infraestrutura em computação na nuvem, entre outros.










