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Notícias na Florêncio de Abreu

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App do YouTube para crianças estaria sugerindo vídeos com teorias da conspiração

O YouTube Kids, versão do aplicativo do site de vídeos voltada para filtragem de conteúdo e exibição apenas de cenas educativas e infantis, está mais uma vez sendo citada como responsável por levar conteúdo indevido aos pequenos. Desta vez estamos falando de informações e imagens relacionadas a teorias da conspiração e outros temas políticos.

Tudo, novamente, acontece devido a um funcionamento irregular dos algoritmos de pesquisa e indicação de conteúdo. Conforme informações publicadas na imprensa internacional, bastaria uma busca por temas específicos para que as crianças chegassem a vlogs sobre a teoria de que a Terra é plana, contestando o pouso do homem na Lua ou denunciando o fato de grandes governos, incluindo o dos Estados Unidos, serem controlados por alienígenas.

Uma pesquisa pela palavra "UFO", por exemplo, exibiu resultados relacionados a brinquedos espaciais ou cenas de desenho animado. Entretanto, em meio às sugestões também estavam vídeos do teórico David Icke, reconhecido por suas ideias conspiracionistas, que versam sobre as influências extraterrestres na evolução da humanidade e sobre o controle destes seres sobre os rumos atuais do nosso mundo.

Entre as indicações estava uma longa palestra de Icke na qual ele fala não apenas sobre alienígenas, mas também sobre uma conspiração envolvendo o assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em 1963, sobre sacrifícios humanos realizados pelos Maçons e os indícios de que uma nova espécie de humanos, com traços de DNA alienígena, já existe no planeta.

Os resultados relacionados às teorias da conspiração também aparecem nos vídeos relacionados, facilitando a descoberta deles pelas crianças e também a audiência contínua desse tipo de conteúdo na medida em que elas pulam de um vídeo para outro. Os conteúdos criados por Icke são os que aparecem em maior quantidade, mas outros canais especializados em temas desse tipo também surgem entre os resultados relacionados a "corrida espaci al" ou "pouso na Lua".



Mesmo após correção, conteúdo impróprio ainda aparece entre resultados do YouTube Kids (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

Foto: Canaltech

Além disso, uma das principais características do Youtube Kids — a filtragem de buscas pouco adequadas para o público infantil — não parece se aplicar também às teorias da conspiração. Enquanto pesquisas como "sexo" ou "sangue" não exibem resultados, não há problema algum em encontrar vídeos relacionados a temas como "Terra plana" ou "nibiru", que sempre trazem supostos documentários ou palestras sobre os temas.

Em comunicado, a Google se prontificou a continuar aprimorando os motores de busca do YouTube Kids, que afirma terem sido "treinados por humanos". Entretanto, a companhia aponta que, como todo sistema automatizado, seus algoritmos também não são perfeitos e que, em alguns momentos, podem acabar deixando escapar conteúdos inadequados sobre os quais toma atitude assim que descobre o problema ou é informada sobre ele.

Neste caso específico, a empresa disse ter bloqueado o canal de David Icke e de outros conspiracionistas reconhecidos, cujos vídeos não aparecerão mais no YouTube Kids, não importando o termo buscado. O mesmo vale para alguns dos assuntos citados na reportagem.

Entretanto, mesmo após as mudanças, ainda é possível encontrar resultados indevidos. Em uma breve pesquisa sobre "aliens" feita pelo Canaltech, por exemplo, foi possível localizar conteúdos conspiratórios entre os desenhos animados e unboxings de brinquedos relacionados a extraterrestres, além de testes de maquiagem ou making ofs da saga cinematográfica de mesmo nome, cujo conteúdo violento passa longe das premissas do YouTube Kids.

Apesar de suas características de filtragem e indicação, a Google deixa claro que a utilização do YouTube Kids deve contar com a supervisão dos pais. O aplicativo, disponível para iOS e Android, possui opções que permitem desativar as buscas ou acompanhar os vídeos assistidos a partir de uma outra conta, sob o controle dos pais, além de contar com recursos que limitam o tempo de visualização ou permitem o banimento manual de certos termos.

(Fonte: Felipe Demartini - CANALTECH) - 20/03/2018
Questionário de emprego de Jobs é leiloado por US$ 174 mil

Um raro questionário de emprego foi leiloado por mais de US$ 174 mil na última semana. O valor tão alto é pelo fato de que o documento foi preenchido por Steve Jobs.

O formulário data de 1973, ano em que Jobs largou a faculdade depois de cursar o primeiro semestre, embora ele ainda fosse aluno ouvinte por mais um ano e meio em algumas outras disciplinas.

O documento já mostra alguns traços ousados da personalidade que seria marca de Jobs. Por exemplo: ele coloca o endereço do Reed College como seu e ainda lista computação e cálculo como suas principais habilidades. A lista ainda segue com especialização em design, tecnologia, eletrônica e conhecimentos digitais.



Documento data de 1973, ano em que Jobs deixa faculdade (Foto: Repordução)

Foto: Canaltech

Embora tenha preenchido este documento, nada indica que ele tenha sido de fato usado pelo jovem Jobs. No mesmo ano, ele seria contratado por Nolan Bushnell na Atari, após criar uma versão de Pong para o Atari 2600. Somente dois anos depois, começaria o projeto da Apple com Steve Wozniak e Ronald Wayne.

De acordo com o leilão, a expectativa era de que o item fosse vendido por aproximadamente US$ 50 mil. O valor exato da compra foi de US$ 174.757.

Além do formulário, um manual do Mac OS X e um recorte de jornal, ambos assinados por Jobs, foram vendidos por US$ 41 mil e US$ 26 mil, respectivamente.


(Fonte: Redação CANALTECH) - 20/03/2018
A vida imita a ficção | Cientistas conseguem transferir cérebro para computador

Quem quer viver para sempre? A resposta para esta questão pode estar na descoberta que os cientistas da Universidade de Viena, na Áustria, fizeram recentemente. Eles clonaram o sistema nervoso de um verme e o implantaram em uma espécie de verme robótico, fazendo com que este último se comportasse da mesma forma que o ser vivo costumava agir. Além disso, ainda foram capazes de adicionar novas habilidades ao verme utilizando métodos de psicologia comportamental.



Verme Computador

Foto: Canaltech

O verme utilizado para o experimento foi o Caenorhabditis elegans , um organismo que apresenta somente 1 milímetro de comprimento e uma rede neural de apenas 300 neurônios. Apesar de seu tamanho e sua simplicidade, a espécie apresenta uma rede neural muito favorável para a ciência. Ele consegue comer bactérias e reagir a certos estímulos externos.

Após clonarem o sistema do Caenorhabditis elegans , ele foi implementado em um computador para depois ser colocado no verme robô, que nem necessitou de programação. Isto significa que o sistema neural do nematoda foi traduzido em códigos de programação e, posteriormente, lhe foi ensinado alguns truques, como equilibrar um polo na ponta da cauda.

Esse comportamento é determinado pelas células nervosas do verme e a força das conexões entre elas. Quando essa rede de reflexos é recriada em um computador, o verme reage exatamente da mesma maneira a uma estimulação virtual - não porque foi programado para executar a ação, mas sim porque essa atitude está implantada em sua rede neural.

Então, tudo o que bastou aos cientistas foi ajustar a força das conexões sinápticas do verme. A sintonização das conexões entre as células nervosas também é característica de qualquer processo de aprendizagem natural.

O verme é o único ser vivo cujo sistema neural conseguiu ser completamente analisado e desenhado como um diagrama de circuito ou reproduzido por software de computador - isto é, a atividade neural do Caenorhabditis elegans foi simulada por um programa.

Os testes foram feitos com o intuito de tentar entender e recriar as atividades cerebrais dos seres vivos. E, ainda que o caminho seja longo e sejam necessários incontáveis outros testes e avanços, a ação abre caminhos para temas que precedem tabus da sociedade, dentre eles a vida eterna. Talvez a ficção cientifica esteja mais próxima da realidade do que se imaginava. Ou seria o contrário?

(Fonte: Jessica Pinheiro - Canaltech) - 12/03/2018
Como garantir que empregos não sejam ameaçados pela ascensão da IA?

Não há como negar que a maioria dos trabalhos verá tarefas substituídas pela automação; Precisamos aprender a nos adaptar mais rápido do que nunca



Os avanços na automação criaram uma nova ameaça aos trabalhos. Os robôs não se limitam a substituir seres humanos em linhas de montagem; A rápida evolução da Inteligência Artificial (AI) está agora impactando o papel dos seres humanos no espaço cognitivo, e isso é motivo de preocupação.

Inevitavelmente, a IA afetará todos nós, de uma forma ou de outra. Infelizmente, para muitos funcionários em uma ampla gama de indústrias e papéis, as empresas não estão fazendo o suficiente para apoiar o desenvolvimento dos funcionários e garantir que mantenham o ritmo diante da IA.

Um estudo da agência de recrutamento Randstad indicou que 84% dos australianos não estão preocupados com o fato de a automação afetar seus futuros empregos, enquanto 77% acreditam que não precisarão mudar de carreira nos próximos 10 anos, apesar dos avanços tecnológicos.

Muitos desses australianos estão errados.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, 47% dos trabalhadores correm o risco de perder seus empregos para a automação. O Australian Bureau of Statistics (ABS) prevê que os três principais empregos que serão impactados incluem trabalhadores de vendas transacionais (86,6%), operadores de máquinas e motoristas (79,6%) e trabalhadores administrativos e administrativos (79,3%).

Enquanto um relatório da McKinsey declara que uma porcentagem menor de empregos corre o risco de ser completamente substituído por máquinas, não há como negar que a maioria dos trabalhos verá algumas de suas tarefas substituídas pela automação. As expectativas e as necessidades dos empregadores em termos de habilidades "soft" e técnicas estão evoluindo rapidamente, tornando as habilidades que as pessoas aprendem relevantes por um período de tempo mais curto.. Quanto mais a IA avançar, mais essa tendência acelerará.

Precisamos aprender a nos adaptar mais rápido do que nunca - e precisamos aprender a ensinar melhor a capacidade de adaptação. Perturbações anteriores nos mostram que essas mudanças também criam oportunidades e novos tipos de empregos.

Embora não haja uma bala de prata para resolver o problema, gostaria de sugerir algumas mudança que nos ajudarão a "robustecer" nossas forças de trabalho.

1 - Elevando nossos padrões

Para começar, as organizações precisam adotar uma abordagem de aprendizado contínuo para suas iniciativas de desenvolvimento profissional, assegurando que estão apoiando a educação dos funcionários e o desenvolvimento de habilidades de forma a ajudá-los a serem ágeis, aprender novas habilidades rapidamente e permitir que sigam o ritmo das mudanças provocadas pela automação crescente. As empresas que falharem nesta frente perderão sua vantagem competitiva e poderão contribuir para

consequências mais amplas como o desemprego e as rupturas na economia global.

Infelizmente, o modelo atual de educação e treinamento é, na maioria dos casos, apenas destinado a desenvolver jovens no início de suas carreiras, apesar do aprendizado, especialmente na paisagem de hoje, ser verdadeiramente um empreendimento vitalício. Não é suficiente treinar (e fornecer feedback de desempenho) uma vez por ano. Os empregadores precisam atender às necessidades contínuas e em tempo real dos funcionários.

2 - Conexão com o ensino superior

Além disso, precisamos de uma maior conexão entre o ensino superior e o mercado de trabalho. Isso significa alinhar cursos para habilidades e competências que estão em demanda. Em parte, isso poderia ser conseguido através de mais parcerias entre empresas e instituições de ensino superior.

Os seres humanos possuem incrível capacidade de inovação e criatividade. Essas qualidades são cada vez mais demandadas à medida que a IA se aproxima e nosso modelo de educação superior deve refletir essa mudança. Algumas universidades perceberam isso e estão construindo currículos para serem mais interdisciplinares.

No final do dia, cada um de nós é responsável pela nossa própria educação. Precisamos dirigir nosso desenvolvimento pessoal e profissional, e não esperar que pais, professores e empregadores distribuam oportunidades. A aprendizagem autodidata e a aprendizagem de adultos são dois segmentos de educação em rápido crescimento, e por uma boa razão. Precisamos incentivar a aprendizagem autodirigida e concentrar nossos esforços de reconhecimento em pessoas com habilidades e competências adequadas, e não a alma mater certa.

À medida que a IA e a automação continuam a se infiltrar na força de trabalho, as organizações devem se dedicar mais a fornecer desenvolvimento profissional contínuo, ao mesmo tempo em que incentivam os funcionários a se apropriarem do seu conhecimento e desenvolvimento de habilidades. Ter uma abordagem contínua ao aprendizado não só garantirá que os trabalhadores possam manter o ritmo e permanecer relevantes, como também ajudará a criar uma cultura de engajamento e

retenção e permitir que as empresas naveguem nas demandas em rápida evolução do mercado.

(*) Geoff Thomas é vice-presidente da Ásia-Pacífico na D2L

(Fonte: Geoff Thomas, CIO Austrália) - 12/03/2018
Supercomputadores para minerar bitcoins são roubados na Islândia


No que está sendo citada como a maior série de crimes da história da Islândia, 600 supercomputadores usados para minerar bitcoins e outras moedas virtuais foram furtados de diferentes data centers espalhados pelo país. Os crimes aconteceram entre dezembro do ano passado e janeiro de 2018, com as máquinas tendo um custo estimado de US$ 2 milhões, sendo capazes de gerar valores maiores caso sejam utilizadas para sua finalidade original.



Bitcoin

Foto: DepositPhotos / Canaltech

O ato foi citado pela polícia como uma ação coordenada de escala jamais vista no país. A investigação subsequente, entretanto, levou à prisão de 11 pessoas, incluindo um segurança de uma das unidades invadidas durante o roubo. O caso aconteceu em quatro etapas, todas mirando centrais de dados no sudoeste da Islândia. Os três primeiros roubos aconteceram no final de dezembro, enquanto o quarto e último foi executado no início de janeiro - dois deles foram registrados na península de Reykjanes.

Os indícios são de um ato planejado minuciosamente e que conta com a participação de funcionários dos data centers. Dos 11 indiciados, apenas dois continuam atrás das grades, mas, segundo as autoridades, os mandantes e organizadores do crime ainda não foram localizados.

Foi justamente por isso que as autoridades islandesas decidiram divulgar o crime. Antes, ele estava sendo mantido em sigilo de forma a não alertar os bandidos sobre os detalhes da ação, mas agora a polícia pede ajuda de fornecedores de energia e empresas de internet na busca por picos de utilização e acesso, que poderiam indicar a localização dos equipamentos.

O foco governamental em energia sustentável e barata transformou a Islândia em destino preferencial para grandes mineradores de moedas virtuais. Picos no consumo de eletricidade, então, estão sendo usados pelas autoridades como o principal caminho para encontrar os equipamentos e chegar aos responsáveis pelo crime.

Essa, entretanto, seria a única pista possível para a realização desse trabalho, devido ao caráter descentralizado das criptomoedas. O governo da Islândia citou o uso do dinheiro virtual como agente de crimes, dando o caso como principal exemplo - o caráter anônimo faz com que a transferência dos fundos gerados não possa ser identificada nem rastreada, tornando picos energéticos e pedidos inusitados por grandes espaços em centros de dados, por exemplo, as grandes pistas a serem

seguidas pela polícia.

O caso vem em um momento delicado para as criptomoedas na Europa, com a pressão de legisladores, principalmente, do Reino Unido com relação a maior controle sobre transações e transferência de dinheiro. O pedido é que a categoria financeira esteja sujeita às mesmas regras que todas as outras, algo que depõe diretamente contra os princípios das plataformas.

(Fonte: Felipe Demartini - Canaltech) - 06/03/2018
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.